"NADA NOS DEIXA TÃO SOLITÁRIOS QUANTO OS NOSSOS SEGREDOS" - Paul Tournier

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Pra falar de amor...

Hoje eu entendo.
Sei o que são aquelas maravilhosas linhas em Cantares de Salomão, 2.
São declarações de amor. Dois seres que se amam profundamente, tentando por em palavras o que cada um é para o outro.

"Qual a macieira entre as arvores do bosque, tal é o me amado entre os filhos, desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar."
A moça, descreve, que dentre todos, ele é diferente, é imponente, seus beijos aquecem o corpo, sua sombra onde se assenta, são seus braços onde ela repousa.. Enfim..
Hoje eu entendo, porque estou aqui há meia hora tentando por em palavras o que eu sinto pelo meu amado e não consigo. Não encontro semelhança, porque ele é diferente de tudo que conheço ou conheci.
Na verdade, acho que não consigo compará-lo a nada, porque ele é único. Não há arvore, ou fruto doce que o represente, e que chegue aos pés de descrevê-lo como eu o vejo.

Só sei que quando estou com meu amado, de repente, o mundo se torna um lugar de paz. Ao menos meu mundo. Eu consigo respirar. Como se todo o tempo eu estivesse nadando lutando por ar, e ele fosse a força que me puxa à superfície.
Quando estou com ele, eu vejo cores em tudo, e ouço todas as musicas ao redor.
Eu me transbordo. E então sei que ao menos momentaneamente é assim que deve ser estar feliz.
Quando o vejo, ou o ouço, minha agonia dissipa, então tudo em mim vira paz.

De repente, me encontro todos os dias descobrindo um jeito novo de amar meu amado.
Me encontro sendo capaz de deixar meu coração expandir-se mais, para que talvez ele consiga conter todas essas coisas que começam a transbordar em mim quando estou com ele.
Quando estou em seus braços, não tenho medo, pesadelos não me atingem, porque estou segura.
Sei que estou.
Sei que se eu me partisse em milhões de pedacinhos, todos eles correriam até ele, se expandiriam e todos eles diriam "eu amo você".

Porque é verdade.

Eu tive tanto medo de dizer em voz alta, medo de sofrer, medo de não ser correspondida, medo de talvez estar mentindo pra mim e pra ele, medo de não saber se era amor...
Mas eu o amo. Eu o amo demais. Na nossa paz.

Eu ainda o amo por todos os hojes que viraram ontem, e pelos que serão amanhã. Eu o amo todos esses dias, meu amado.
Por isso choro quando ele me diz "eu te amo",
As vezes é tão bom que não parece real. Então eu finalmente acho que compreendi. Acho que é assim que é amar de verdade.

 "O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
( 1 Coríntios 13:4-7 )
 
E assim é o nosso amor.
 
"O meu amado é meu, e eu sou dele"


quarta-feira, 30 de julho de 2014

sobre pessoas que recusam ajuda...



É demais pra mim, isso tudo.
Estou farta de ser adulta.
Cansada demais de ser o meio termo, a intercessora...
Não tomo partido, apenas observo. E observar dói.
Observar o sofrimento, e as palavras duras direcionadas aqueles que amo - eu que bem sei como funciona atingir pessoas através das palavras, sei como ela está ferida e machucada, e me machuca só observar essa dor, sem dizer nada que me indique tomando partido.

Então todos os dias, eu junto meus cacos, e repito meu mantras: "juntos somos mais fortes", "vivendo um dia após o outro", e "bola pra frente". Mas a verdade, é que ninguém tá se esforçando além de mim.. Eu que to segurando as duas mãos que seguram a corda.
Eu só queria que as decisões fossem tomadas pelos adultos, de forma adulta.
E não comigo sendo o pilar desse lugar. Eu estou em ruínas. E já não aguento tudo sozinha.

Eles se instalaram no fundo do poço, e não querem ser tirados de lá.. E eu já estou tão cansada de segurar a corda, que acho que vou só deixar pra lá.

estou só nessa batalha, e não quero mais lutar.
nem por mim, e nem por eles.



 fazer o quê, só escrevo em estado de espírito deprimente

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Numa realidade paralela

"Nessas horas eu daria tudo pra ter um carro" - Pensava ela, que há mais ou menos uma hora esperava por seu ônibus - que mais uma vez essa semana, não havia passado.
Ela estava aflita, cansada. Carecendo de um banho, atordoada pelo dia exaustivo no trabalho. Seus alunos possuíam energia para abastecer um município, e pobre professora que tinha de arrumar um meio de ter tanta energia quanto eles. Estava esgotada.
Tentava se distrair ouvindo suas musicas velhas no celular "velhas mesmo. preciso arrumar tempo de atualizar minhas musicas" pensava; quando chegou finalmente o 7815, com 45 minutos de atraso, e não fosse isso, ainda estava lotado. Pessoas se amassavam e se espremiam por todo lado. Um empurra-empurra infernal, isso, pra não falar do cheiro insuportável do odor humano. E pra melhorar um pouco mais: todas as janelas fechadas.
"ah não, isso é demais pra mim".
"Com licença, senhora.." Já foi abrindo a janela. A tiazinha não gostou muito, nem alguns outros passageiros, mas ninguém disse nada.
Sua sorte eram os breve 15 minutos que passaria ali dentro até a sua descida. Foi em pé mesmo.
Mal havia percebido, já estava próximo ao seu ponto. Puxou a corda, espremeu-se entre um e outro e finalmente, depois de uma batalha infinita de corpos tentando ocupar o mesmo espaço, vitoriosa, desceu do ônibus. Todos os dias, a mesma batalha.
A felicidade, era saber que em mais cinco minutos estaria em casa.
Feliz e saltitante adiantou-se o mais rápido que pôde.
"só mais 15 metros" contava mentalmente, enquanto subia a rua.
Então ouviu um chamado: "psiu, tá sozinha gata? nesse frio?? acho que alguém devia te esquentar".
Ela quis paralisar de medo, mas apressou ainda mais o passo, quando percebeu que os passos vindos da voz se aproximavam mais dela.
"Não foge não gatinha, tá assustada??"dizia ele.
"5 metros e estarei salva..." O pânico tomava conta, ela agora respirava com dificuldade.. Tentou se lembrar de algo que pudesse ajuda-la. Puxou para frente sua bolsa, e lembrou-se do canivete. Lembrou-se de mante-se calma, e lembrou-se das aulas de muay-thai.
Em um curto espaço de tempo, antes que pudesse pensar, já estava parada em frente ao seu portão, as chaves em mão.
Suas mãos tremiam, e quando tentava destrancar o portão para se ver livre de qualquer perigo, a chave emperrou. Não tinha jeito, era o fim.
Ouviu os passos e o riso diabólico se aproximar. Todo seu sangue congelou, suas pernas tomaram consistência de gelatina, e quando esperava pelo ataque, fechou os olhos, e.. nada!
Ele havia sumido.
"AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!" Ela gritou.
Ao olhar para seu lado, viu um anjo. Não um anjo, mas um homem, parado ao seu lado, o rosto coberto por um capuz. A arma apontada para a direção onde antes houvera um possível agressor. Um anjo, acabara de salvar sua dignidade. Sua vida.
"você não deveria andar sozinha, tão tarde na rua.." Disse ele, uma voz que soou familiar.
"Culpa dos ônibus dessa cidade, não se pode confiar" respondeu dando um sorriso afetado.
"Ainda bem que eu estava aqui, não acha?" Ele dizia guardando a arma dentro da jaqueta.
"Não sei.. Talvez você seja tão ruim quanto aquele rapaz.. Ele não estava armado. Já você..." Ela disse, a língua afiada como sempre. Já havia se esquecido que o belo encapuzado estava armado.
"É verdade...Talvez eu seja." ele disse, de maneira vaga, olhando para o vazio, seu rosto pareceu se entristecer. "Mas não hoje.." olhou para ela, e sorriu.
"Você quer ajuda com essa chave?" perguntou.
"Não, obrigada.." respondeu ela.
Ele não respondeu, só se encostou no muro, e cruzou os braços. Ela lutava bravamente contra a chave que não virava de jeito nenhum, e já estava ficando incomodada com a presença do rapaz. Parou bruscamente e virou-se pra ele: "Moço obrigada, já agradeci, pode ir embora agora.."
Ele parecendo perplexo, olhou-a "Estou tentando ir embora, mas tem uma moça desastrada bloqueando minha passagem".
Ela, ficando vermelha escarlate, dignou-se pela primeira vez depois da descarga de adrenalina a olhá-lo.
Ele puxou-a pelo braço, envolvendo-a num beijo apaixonado, ela, coitada, nem reagiu, por essa não esperava. Escapar de um agressor pra cair nas mãos de outro. Já estava pensando no canivete, quando ele segurou sua mão às costas.
Esperando pelo ataque de fúria, soltou-a.
Então ela o viu. E a lágrima desceu.
Não o vira desde que ele havia sido convocado à servir. Não o vira há anos.
5 para ser exata.
Ele havia ido, e não mandara nenhuma notícia. Nunca.
Disse que voltaria pra ela, que manteria contato. Mas pouco depois da ida, ela havia recebido uma notificação. Não era possível.
"morto em combate" dizia o papel.
No entanto ali estava ele.

"Te conto tudo depois. Mas eu voltei. Estou aqui pra você." disse ele, Apontando as mãos para si, baixando os ombros e os olhos. "Eu só estou aqui, por você".
Era emoção demais. Ela pulou em seu colo, cruzou as pernas ao redor das costas dele, beijou-o ardentemente. O  mordia, apertava, sufocava.
Ele sem entender, apenas perguntou : "não vai querer nenhuma explicação?"
Ainda sob a quentura dos lábios, ela respondeu num sussurro "pro inferno com as explicações. Me leve pra dentro agora. São cinco anos de atraso! você está vivo, e mais nada importa". O cansaço e a exaustão haviam passado. Seu corpo agora, estava tão elétrico quanto a energia de todos os seus alunos juntos. Ela o beijava enquanto ainda estava pendurada e suas pernas ao redor dele.

Abrindo o portão, entraram.
E o que houve lá dentro, não se sabe. E se eu soubesse, não contaria.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sobre palavras e aleatoriedade

Eu queria dizer tantas coisas. Coisas que nem mesmo ao certo sei o que são.
Eu queria poder ser mais transparente, queria que se pudesse enxergar através de mim, para que eu então não precisasse me desfazer em palavras.

Queria dizer as coisas em que sou melhor comigo.
Que sou mais mulher. Mais corajosa.
Que sou mais eu do que jamais fui.
Queria dizer as coisas que imaginei e que já não mais.
Queria dizer o que senti, e que depois de um segundo ja não sinto - e que não é estranho não me apegar a sensação de sentir ou não.

Que pra mim não é problema eu saber ficar bem longe de tudo.  Na verdade, isso até ajuda minha auto-afirmação pessoal. Afinal, agora eu consigo decidir as coisas e pensar por mim, através de mim mesma. Hoje eu não me vejo menina, indefesa, machucada.
Eu me vejo mulher. Forte. Decidida. Eu me vejo senhora e dona da minha vida e do meu coração.
Meu coração é só meu, e não é triste saber que amo, mas que eu sou o sol da minha vida.

Eu tive medo, e agora não mais.
Não tenho medo de sentir.
Na verdade, o meu maior medo é não sentir.
Mas, pro inferno com os medos. Afinal, eles devem ser superados.

Eu queria dizer também, que não me sinto envergonhada em desistir de alguns sonhos infantis e contos de fadas. Que tá tudo bem se eu perceber que não quero casar. Que tá tudo bem eu ter medo da convivência, e ter uma pessoa só pro resto da vida, e que ta tudo bem se eu não ficar com ninguém pra sempre.

Eu consigo me enxergar. Não como alguém que se faz de coitada. Mas como eu mesma. Dramática e exagerada. Vingativa e pessimista. E não é problema que eu me enxergue.
Na verdade, fiz dos meus defeitos meus aliados. Da minha língua afiada fiz minha defesa.
Da minha experiencia passada, fiz de escudo e vou atacar se eu me sentir ameaçada.

Não tem problema sentir agora e depois não mais.
O importante mesmo -descobri- é sentir.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

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é só um vazio que eu sinto no peito.
um vazio infinito. e eu só vejo abismo..

terça-feira, 18 de março de 2014

A caixa de pandora aberta




Uma simples afirmação, desencadeou uma torrente há algum tempo agora guardada a sete chaves.
Uma simples afirmação destruindo o muro, e escancarando a vergonha, desilusão, mágoa, a humilhação, e as dezenas de arrependimentos que se acumulam através do tempo.

E na verdade, a afirmação nem foi minha a princípio. Mas mais uma vez, ele mostrou-se disposto a me ouvir. E nem mesmo eu lembrava que haviam tantas frustrações escondidas embaixo do tapete.
É que na verdade, eu to ficando velha. É isso. E perdi tanto tempo fazendo todas as escolhas possivelmente erradas, que já não dá nem pra lembrar o momento exato em que tudo começou a bugar.
A afirmação foi simples "o que é que há por dentro da cidadela do meu coração?" Há tanto tempo que eu não entrava lá, na fortaleza que eu já realmente não lembrava mais, como era horrível ter que re-sentir tudo aquilo que uma vez me incomodou e me deixou lá no chão por mais de uma vez.

Ter que lembrar da frustração de ter crescido só, e de não ter tido um único amigo em quem eu realmente pudesse confiar, e quando tive, elas se mudaram, de endereço, de escola, ou que seja, de personalidade. 
Na verdade, apenas quatro permaneceram. Ter que me lembrar da frustração de ter sido sempre a namorada traída, um histórico de traição, uma após a outra que se propaga e ecoa através do tempo da minha história, sendo elas com namorados ou mesmo com amigas.
A desilusão, e mágoa, a revolta de ter perdido dois longos anos da minha vida, e pior, não conseguir nem mesmo lembrar porque é que foi que parei no tempo. Porque me deixei perder o tempo, e entregar minha vida nas mãos de alguém que nunca teve a intenção de cuidar de mim. E hoje, só hoje reconhecer a vergonha que sinto de mim por ter sido tão fraca a ponto de entregar meu coração nas mãos do primeiro otário que aparecesse me oferecendo o mundo. Mas maior que essa vergonha é saber a quantidade de coisas que perdi por me deixar perder em mim. Por perder o controle sobre mim em favor de outra pessoa, eu perdi pessoas que estimava. Perdi amigas, e momentos futuros que teriam sido feliz, se eu tivesse sido somente um pouquinho mais forte. Elas ainda estariam comigo, e de todas as coisas dentro dessa caixa abominável presa e trancafiada no meu coração, essa é a que mais me arrependo. Me arrependo todos os dias, por ter trocado amizades que poderiam ter sido duradouras, por um ser egoísta e que não valia nem o chão que eu pisava.
 E mais, ao abrir a caixa, foi aí que e dei conta, que de tantas coisas lá dentro, ninguém ninguém me conhecia, ninguém a não ser ele. E justamente por isso, eu perdi minha identidade, e nunca mais voltei pra dentro de mim. Eu nunca mais fui uma pessoa profunda. Há dois anos eu sou um ser superficial. Uma casca, eu só vivo em volta da cidadela e nunca mais entrei na torre trancada pra abrir a caixa. Há dois anos, os textos e as palavras não me encontram mais, nem há inspiração dentro de mim. Há dois anos não desenho, e há dois anos não sinto. Eu sou um ser momentâneo. Eu sinto, mas é só agora, daqui dez minutos já passou.
Não me aprofundo em nenhum pensamento e não crio planos pro futuro. Não acredito nos meus sentimentos porque não acredito mais nem em mim. 

E abrir a caixa, é doloroso e vergonhoso, por isso nunca o faço. Mas hoje ele me pediu. Ele me ouviu. Ele me fez novamente entrar e ver o baú cheio de pó e teias de aranha, cheias de coisas ruins empilhadas. Chorei até não conseguir mais abrir os olhos de tão inchados, mas logo após veio aquele alivio. E ter tirado o peso de dez mil pianos sobre minhas costas. O alivio do desabafo, e ter alguém disposto a ouvir. Porque a maioria das pessoas pergunta, mas nem todos querem realmente saber. 
Ok, ele não estava lá. Ele não estava no meu passado. Mas está no presente.  E estar no meu presente hoje, está me ajudando a lidar com esse passado doloroso. E felizmente mais uma vez, apesar da ferida que foi reaberta, ele fez o favor de passar um certo merthiolate. Doeu. Mas logo passa. Dessa vez não me sinto mais sozinha...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Eu escolho você!

Acho que não poderia ser um título menos digno que esse. Afinal, você literalmente me escolheu. Como também eu fiz. Te escolhi. Nos escolhemos.
Como diz nossas analogias, sou uma panela com a tampa perdida, que fiz de você frigideira minha tampa, e nos adaptamos à nossa situação.
Estou feliz com você. Estou feliz por ser você. Estou feliz porque, apesar de tudo que tá dando errado, e tantos que foram contra, você me faz ser uma pessoa melhor. Me faz querer ser uma pessoa melhor.

Eu que já sou toda manteiga derretida confesso que deixei meu coração aberto, escancarado, fiz até um quarto, deixei uma moradia toda aprontada, só pra você. Deixei um espeço reservado pra ti. Reservado praquele que me ama. Que faz sentir amada.
Eu sou uma garota sortuda por ser você. Sou mais feliz desde o dia que você bloqueou meu caminho naquele atalho. Sou mais feliz desde aquele buquê de rosas que eram pra ser roxas. Sou mais feliz desde que me apresentou seus medos, e me deixou te conhecer, e entender, e guardar um pedaço de você em mim.
Sou uma garota sortuda, por ter um namorado que me trata como princesa, me faz sentir amada, querida, protegida, sou sortuda por meu namorado ser também meu melhor amigo, por ser alguem que eu não tenha medo de ser eu mesma quando estou junto. Por me aceitar e ser alguém que me respeita. Por cuidar de mim, e me ajudar quando preciso, e sempre estender a mão em meu favor. Seja quando estou faminta e me levar pra comer alguma coisa gostosa, ou seja quando passei por um temporal e vou trabalhar ensopada e você me leva roupas secas e confortáveis.

Você tem acrescentado tantas coisas boas na minha vida, que tenho mais que certeza que não quero que vá embora. Somos um casal estranho. Não nos declaramos, nem dizemos o tempo todo "eu te amo". Mas, somos um casal, que a cada pequeno gesto nos dizemos "eu te amo" com nossas atitudes. Estarei do teu lado enquanto você me quiser. Porque na verdade, no final das contas, eu agora consigo reconhecer, e eu consigo sentir. por isso é tão prazeroso pra mim dizer pra você, eu realmente amo você.
Com cada pedacinho colado com seu superbonder do meu coração.  :3

btw. Enfrentamos mar aberto! tempestade e super relâmpagos! e seu aniversário, e nosso primeiro ano novo! >__< acho que agora vai! kkkkkkk