"NADA NOS DEIXA TÃO SOLITÁRIOS QUANTO OS NOSSOS SEGREDOS" - Paul Tournier

domingo, 30 de outubro de 2011

Thalita Lima

Ok, eu sou completamente desajeitada com as palavras, e dona Thalita bem sabe disso..
Mais difícil ainda, é conseguir descrever essa menina linda que apareceu, tipo, "do nada" pra salvar minha vida.

Eu encho o saco dela, e praticamente toda vez que a vejo, envolvo-a nos meus problemas e nas minhas bagunças... E Thalita, que se diz do mal, é muito do bem, porque toma minhas dores, limpa as merdas que eu faço (HAUEHAUEHAUHE), me dá comida, carinho, atenção.. por isso adotei-a como minha dona, e eu sou sua pet.
Mesmo que ela jogue Magic com um deck preto, todo do mal, e fdp, ainda assim, não a vejo como "dumal"... sei lá, a concepção que tenho, do anjo que ela é, não vai mudar tão cedo.

Thalita Lima tem esse sorriso encantador, e esse jeitinho meigo e lindo que é só dela ..
Que parece ser essa casca grossa por fora, mas que se importa com os outros, as vezes mais até do que se importa consigo mesma.
Essa menina, como eu disse anteriormente, é um anjinho também, que Deus colocou no meu caminho, dentro do trabalho descobri uma amiga, uma irmã.
Alguém que eu quero que esteja presente SEMPRE na minha vida, porque por algum motivo graças à ela, eu fui mais forte.

Mesmo que eu estivesse em duvidas do que sentia, ou sobre o que deveria fazer, ela não me jogou pedras, pelo contrário, ajudou-me a recolher as pedras que lançaram contra mim.

Não tenho palavras pra descrever essa magrela, que se acha gorda ¬¬ (aff como odeio qnd ela diz isso).
Ah, sim, e Thalita é aquela menina que faz eu me sentir uma anã.
É linda, e SÓ EU consigo fazer com que ela dê tanta risada, que seu humor passe de "MUITO FELIZ" pra "sadface" e começar a chorar por dar risada de mais. HAHAHAH

enfim, eu poderia passar a noite inteira falando dela.
mas minha tá atacada, os dedos latejando e tá doendo já pra escrever (digitar)
boa noite Htalita linda..
te amo


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Damn pt4

Quanto mais perto chegava da hora em que ela iria vê-lo, mais seu coração martelava e as lágrimas sufocavam-na. Parecia estar andando no corredor da morte, se preparando para sua própria decapitação.
Finalmente chegada a hora em que não poderia mais adiar, rumou para o embate. Parecia de fato estar indo para uma batalha, há muito já perdida, entre seu coração e sua razão, onde ambas saíram machucadas e ninguém venceu.

Olhou-o nos olhos, e sorriu o sorriso mais doce que pôde. Ele olhou-a com indiferença, zombeteiro, admitiu agir por despeito; despeito esse que feriu ainda mais seu coração já destruído pela dor do término. O olhar dele era frio, e estava se divertindo , sem conseguir esconder a arrogância, ao perceber que ela estava tentando seguir em frente, sem ele (teoricamente).

Mas, ela levou tudo na brincadeira, esticou a sacola com os ursinhos de pelúcia e entregou em suas mãos : "você estava certo ao me mandar aquela música, finalmente percebi que estou melhor sem você. E só vim devolver os ursos, porque já que você deu o primeiro passo de intruso para esquecer toda a história, estou apenas colocando um desfecho mais dramático."
Saíram de perto um do outro, e o peso que martelava em seu coração não estava mais lá incomodando-a.
Sentiu-se inundada pelo alívio, pela calma, e viu a dor finalmente desgarrar-se dela e ir embora de uma vez, assim como ela fizera com as coisas jogadas no fogo, a dor foi embora e não voltou a olhar pra trás.

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O dia fora longo e exaustivo, cheio de muitos baixos e altos, mas pela primeira vez em um mês, conseguiu pôr a cabeça no travesseiro e ficar tranquila, sem precisar dos remédios. Descansou, e teve paz em seu coração...
Acordou às 5:00 da manhã com o celular vibrando em baixo do travesseiro, com uma mensagem que dizia '' [...]Com o tempo você vai perceber que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela(...)"

Sorriu sonolenta, esperando que dor chegasse, mas ela não veio. Então, fechou os olhos novamente com o sorriso ainda em seus lábios, e sussurrou um pequeno agradecimento : "Deus, agora vai dar tudo certo, não é?"
Adormeceu outra vez, a tempo apenas de a luz do telefone se apagar... Ouviu sons de asas batendo, e rumou para o belo dos sonhos que não tinha há semanas...

Uma coisa era certa. Sua vida tinha de continuar. Com ou sem ele.
...

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Obrigada por acompanhar até aqui.
Foi trabalhoso desenvolver, mas fiquei muito orgulhosa dessa nova "criação" xD
beijos :*

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Damn pt 3

Seu maior desafio foi passar outra vez pela cerca de arame farpado em meio a lama...
Voltou para seu quarto onde estivera durante toda a manhã, arrumou suas coisas, jogando fora tudo o que pudesse lembrar dele. Saias, camisetas, blusas e qualquer outra coisa que tivesse roxo em seu guarda-roupa (aquela cor lhe causava enjoos agora), ou que a deixasse parecida com algo que era quando estiveram juntos.

Sentou-se em frente ao espelho, olhou os olhos fundos um instante, e puxou para si a tinta de cabelo que sua mãe já havia deixado preparada para aplicar.
Ainda chorava um pouco, o rosto inchado, os olhos estavam ardendo e as marcas na pele começavam a incomodar, mas logo retornou seu foco para o espelho outra vez.
Mudou a música de sua playlist (de: I don't love you -MCR / para: Over now - Submersed) e começou o processo de tingimento.

Viu seu cabelo castanho avermelhado desbotado tomar cor e ficar mais escuro, até atingir a tonalidade certa de preto aos poucos " isso tudo por causa de um garoto idiota" dizia consigo entre uma madeixa com tinta e outra.
Ao término dos 20 minutos infindáveis, rumou para o banheiro, para começar a etapa de "enxague".

Cansou de chorar daquela forma, pois estivera naquela situação outras vezes... Retirou o excesso da tinta, sentou no chão do banheiro e recomeçou a chorar silenciosamente sob a água que caia quente em sua cabeça.
A cada lágrima que caía, vinha uma lembrança em sua mente;
Primeiro, vinham coisas de antes dele: suas amigas, o dia do seu batismo na igreja que frequentava desde pequena, e como estava feliz antes desse um ano começar. Lembrou-se de como demorou pra se recuperar dos outros baques, e dizia que não sofreria daquela forma nunca mais.
Depois, vinham as lembranças dele; claras como cristal: O dia em que ficaram juntos no churrasco da família dela em meio à bagunça, piadas e trocas de confidências; a 1º vez que viram uma estrela cadente juntos, onde parecia que até mesmo Deus era cúmplice dessa história de amor inusitada; lembrou-se de como ele olhava pra ela como se a mesma fosse o seu bem mais precioso, as palhaçadas que compartilharam, as tombadas no meio da rua, o dia do batismo dele, as promessas de amor eterno... E depois começaram a surgir as imagens ruins que tanto sufocavam-na : As marcas de unha nas costas resultados do ciúmes excessivo, as brigas e todas as vezes que ele desligara o telefone em sua cara, e o inevitável fim, as novas imagens dele com outra, fazendo as mesmas coisas que fizeram um dia quando estavam juntos...
Ela riu sombriamente " E a história se repete.. 1, 2, 3 vezes... ", pensou em voz alta.
Terminou seu banho, saiu com coragem do banheiro encarando o choque térmico da sauna que o banheiro havia virado para o frio cortante do lado de fora que entrava pela janela à esquerda.
Vestiu-se e olhou no espelho outra vez.

Apesar da cara inchada, não se parecia nem um pouco com a garota que vira a apenas 30 minutos antes, olhando nos mesmos olhos.
Via uma garota magra, com uma cascata de cabelos pesados e pretos caindo no meio de suas costas, tudo proporcional; seus lábios eram como que desenhados, carnudos e com um tom leve de rosado, olhos castanhos intensos e profundos... A pele morena meio pálida, porém atraente e saudável aos seus olhos... Percebeu que estava olhando para si de verdade pela 1º vez em semanas, gostou do que viu, e sorriu.
Vestiu-se o melhor que pôde, alisou os cabelos, passou um pouco de delineador nos olhos e um pouco de blush para amenizar a palidez, pôs seu all star surrado, jogou a mochila sobre os ombros, pegou a sacola com os ursos de pelúcia, respirou fundo e saiu porta afora.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Damn pt 2

Enquanto via o fogo consumir todas as lembranças, seu coração balançava feito escola de samba. Talvez tivesse se arrependido de queimar todas as coisas, mas na verdade, sabia que era o certo a se fazer.

Uma conversa entre amigos ia e vinha em sua mente : "você ficou acomodada, e acostumada a estar sempre com alguém... Por acaso você sabe viver sozinha? Quer dizer, sem precisar depender de terceiros e achar que sua vida depende de alguém? Enquanto você não aprender a se virar, se amar, sem ninguém, então nunca vai ser suficiente quando você estiver com alguém"... Vai ver era por isso que estava péssima desse jeito.

Deu meia volta, e estava indo embora, quando uma lasca de papel queimado caiu aos seus pés.
Ela reconheceu a caligrafia, tinha apenas dois anos que havia recebido o poema... E pode ler no papel com as bordas torradas "ainda descubro o que o teu coração quer// e farei de você para sempre minha mulher".
As lágrimas sufocaram-na, com uma intensidade forte o suficiente para derrubar até mesmo o homem mais insensível da terra...
Tapou a boca com a mão, e respirou com dificuldade, faltou fôlego, e as lágrimas saltavam de seus olhos com a facilidade de uma cachoeira, baixou a cabeça e direcionou seu corpo para o chão a apanhar o pedaço de papel.
Pegou-o, leu-o e releu pelo menos três vezes a mais. Juntou o pedaço queimado junto ao colo, ergueu os olhos e disse em voz alta : '' Deus, talvez hoje você não goste mais tanto de mim quanto gostou um dia, mas se eu ainda puder te pedir qualquer coisa, peço que leve e tire de mim toda a mágoa e toda a dor. Eu só quero esquecer...".
Ainda agachada no chão, encolheu-se num abraço solitário... Logo uma brisa soprou, secando suas lágrimas e bagunçando seu cabelo, levantou-se do chão, respirou fundo, e sentiu de toda a sua alma que aquela brisa era Deus, respondendo que tudo ficaria bem.
Seu coração ficou um pouco mais leve, e assentiu com a cabeça deixando um sorriso amarelo esboçar em seu rosto. Ela acreditava que tudo ia dar certo.
Olhou mais uma vez para o papel e beijou-o enquanto deixava mais uma lágrima solitária correr por sua face, respirou fundo mais uma vez, e jogou o pedaço de papel de volta ao fogo. Viu a chama consumí-lo por completo, virou novamente, dando as costas para o fogaréu e seguiu rumo a sua casa, sem olhar pra trás.

Damn

Não houve dor.

A pequena linha escarlate apareceu no lugar onde antes fora passada uma lâmina afiada. O corte não fora profundo. Era apenas o suficiente para lembrar-se de que ainda sentia algo, nem que fosse um pouco de dor.
Mas nem mesmo essa se apresentou.
O corte ficou mais fundo, e ainda assim não era possível que ela sentisse algo. A lágrima descia pelo rosto, levando consigo cada lembrança boa que houvera um dia...

Existem aquelas dores que não conseguimos nem mesmo nomear. E a dor física provocada por aquela lâmina uma vez amenizou a dor interior. Mas agora, nem mesmo o corte a fazia esquecer...

Olhava em volta de seu quarto bagunçado, parecia diferente, e faltava algo. Muitas coisas que não deveriam estar ali, e o que deveria estar... não estava, já a muito tempo.
Houve um tempo, em que gostava de lembrar das coisas boas, chorava de saudade delas, aquelas lágrimas que desciam queimando, e fazia com que necessitasse de remédios para adormecer. Hoje não mais...
Ele mexera na última lembrança, aquela que não deveria ser apagada. Mexeu aonde não devia.
O sangue pulsava, e caia quente sobre o lençol. A lâmina pedia insistente por um pouco mais.
Ela cedeu.
Perfurou mais fundo sua pele, deixando que cada gota levasse embora sua dor. "hoje nosso amor foi esquecido, e lavado no meu sangue"...

A garota estava encolhida sobre sua cama, e tocava insistentemente em seu celular "Damn, Damn, Damn /What I'd do to have you/Here, here, here/I wish you were here/Damn, Damn, Damn/What I'd do to have you/Near, near, near/I wish you were here "... Sabia que ouvir aquilo não amenizaria sua dor, mas ainda assim, confortava-a saber que em algum outro lugar, alguém sentia a mesma coisa que ela estava sentindo ali, enquanto estava encolhida em forma de bolinha, deixando a pele sangrar, e os olhos tomarem aquela ardência familiar de quem passou um bom tempo chorando.

Passado um tempo considerando se sairia dali ou não, levantou-se da cama pegou o celular tocando e colocou-o no fone para ouvir, juntou suas forças, o que seria para ela um esforço bem grande, afinal, não comia há dias, bebericava apenas da sua garrafinha d'água ao lado da cama quando sentia sede. Enfim, saiu dali juntando consigo tudo o que possuía, e que trazia as lembranças que ela então lutaria com todas as forças para esquecer.
Trouxe as cartas, desenhos, fotos e tudo o mais que pudesse lembrar daquele período vivido, como um sonho e que teve de acordar e dar de cara com o chão, que sumiu de seus pés quando se viu sozinha.
Levou um tempo para que a vertigem passasse, e ela se acostumasse com a vista turva do dia.
Pegou um pequeno isqueiro que seu pai guardava no armário, e uma garrafa de álcool. Tropeçava nos passos, mas ainda assim, respirou fundo e seguiu para o terreno baldio nos fundos de sua casa...

Estava um dia claro, mas nublado. Não havia um único raio de sol sequer, e eram apenas uma da tarde, mas parecia que todo o dia já havia acabado. Seguiu em meio a lama sujando seu All Star.
O terreno era abandonado, apenas a cerca de arame farpado poderia dizer que alguém possuía ou se importava com aquele terreno. Sentiu uma simpatia por ele, porque de certa forma sentia-se assim também.
Ultrapassou a cerca de arame arranhando um pouco a pele, deixando mais algumas gotas de sangue pra trás "viu, estou mesmo dando o sangue por isso", bufou; e seguiu rumo ao baldão de de plástico na extremidade esquerda do terreno.
Era uma cena engraçada de se assistir : Uma garota de vestido listrado preto e branco, curto porém grande demais para seu tamanho (talvez ela tivesse emagrecido o suficiente para que suas roupas ficassem folgadas), usando All Star de cano alto andando num terreno baldio em meio a lama e os chuviscos chatos de chuva, pelo menos três sacola cheias de papéis penduradas no seu braço e mão esquerda, e na outra mão segurava o vidro de álcool e o isqueiro.

O baldão tinha um cheiro fétido, de lixo, misturado com água podre e mais aquelas coisas velhas que ficam muito tempo sem que alguém mexa.
Ela teve que prender um pouco a respiração quando chegou perto, fechou os olhos e considerou se haveria melhor forma de fazer isso. Decidiu que não, abriu os olhos e soltou a respiração. Colocou seus objetos no chão e virou o baldão para que pudesse tirar toda a água de lá.
Voltou o baldão à sua posição normal, e sem mais hesitar, despejou as sacolas e todo o seu conteúdo lá dentro.
Uma desenho caiu virado pra cima. Era ela, ele havia feito... Desenho antigo, mas aqueles olhos eram reconhecíveis em qualquer lugar...
Sentiu seus próprios olhos se enxerem d'água, e o coração voltou a sentir o aperto familiar da dor. Sim, estava finalmente se desfazendo de cada lembrança boa, e dessa vez era pra valer. E seria como se ele jamais tivesse entrado em sua vida.
Como se ele nunca tivesse aberto nenhum buraco em seu peito. Ela queimaria cada lembrança.

Abriu o vidro de álcool e despejou-o também sobre as folhas caídas no baldão. O cheiro forte de álcool invadiu suas narinas e ardeu. Os olhos lacrimejaram um pouco, então ela pegou o isqueiro e queimou a ponta da folha que estava na sua mão. A folha do desenho.
Observou o fogo consumi-la aos poucos, e com o coração cheio de dor, colocou a folha com o restante que estavam jazidas no baldão, banhadas em álcool.
Não demorou muito para que tudo já estivesse em chamas.
Ela ficou parada, observando tudo queimar. Igual ao seu peito. Igual às lágrimas...

[...] cont. . .

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Marcas

Quando o conheci, ou melhor dizendo, quando deixei-o entrar em minha vida, eu tinha uma verruga no joelho. Verruga essa que eu ficava cutucando pra ver se ela ia sair.

Ele dizia: "para de cutucar suas feridas internas igual tu faz com a tua verruga, é por isso que não sara nunca".
E hoje vejo que devo ser algum tipo louco de masoquista. Eu sei que vai doer, e ainda assim me jogo de cabeça. Eu sou assim.

E aí, quando tudo acaba, ficam aquelas marcas profundas no peito. Onde parece que alguém enfiou a mão no nosso coração, arrancou, apertou, esfaqueou,  jogou no chão e pisou em cima. (HAEIUAHEIUAHIUEHIAHE q drama)... Mas é verdade...
Até parece que o coração dói de verdade.. hahaha ninguém admite, mas é

E, pra diminuir um pouco a dor interna, a gente simplesmente exterioriza.
A dor externa, o sangue, a pele que corta, é uma dor diferente, mas aplaca um pouco aquela dor esmagadora.
Eu sei o que é sentir isso..
É uma válvula de escape. remédios também. :)

Se usar de uma dor externa diminui tanto o vazio no peito.
as vezes, o que eu mais queria era sair a louca por aí, e dar a sorte de aparecer em meio a um tiroteio.. só pra ver se alguma bala perdida iria me atingir, e conseguindo finalmente me arrancar desse mundo. xD

A gnt não pode querer se matar, na verdade não é.. E como EU, não posso fazer isso, bom seria que Deus olhasse pra mim, e deixasse eu me unir à Ele. ;)
 Ir pra um lugar onde ele enxugaria minhas lágrimas, e seria dia todo tempo, não haveria trevas, e nem dor, nem mentiras, nem sofrimento...

eu queria mesmo, era adormecer pra sempre.
e fugir. É verdade, eu sou covarde, e sofrer por amor nem é um sofrimento digno.
então...

whatever.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

fotinha ;)



prontinho.
tava faltando atualizar.

Eu dizia que estava perdendo meu eu.
Quer saber, não sei o que vai ser de mim daqui pra frente.
mas cansei de tudo.
de fazer tudo certo, e só levar tapa na cara.
doeu. Aprendi.
vivo sem.

sem as regras.
sem a dor.
sem nada. só eu.
eu sou o mais importante agora.
e à Deus só peço que guie meus caminhos... se Ele ainda se lembrar de mim.
a primeira coisa que peço, é que me livre dessa dor. O resto, veremos como funciona depois.

Depois, os homens não sabem porque existem as mulheres que não têm sentimento,
Agora eu sei.
e só.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sonata Arctica - Tallulah



Tradução : Tallulah (Sonata Arctica

Lembra quando nós costumávamos olhar o distante pôr-do-sol?
E como você disse: "Isso nunca vai acabar"
Eu acreditei em cada uma de suas palavras e acho que você também
Mas agora você está dizendo: "Ei, vamos repensar tudo isso"

Você pegou minha mão e me puxou para perto, tão perto de você
Eu tenho o pressentimento de que você não tem palavras
Eu acho um jeito pra você, beijo seu rosto, digo adeus e saio andando
Não olho pra trás pois eu estou chorando

Eu me lembro de detalhes que dificilmente você se recordaria
Me diga por que, eu não sei por que isso acabou
Eu lembro de estrelas cadentes, o passeio que fizemos aquela noite
Eu espero que seu desejo tenha se realizado, o meu me traiu

Você soltou a minha mão, e fingiu um sorriso pra mim
Eu tenho o pressentimento de que você não sabe que fazer
Eu olhei dentro dos seus olhos, hesitei por um instante
Por que você está chorando?

Tallulah, é mais fácil viver sozinho do que temer a hora do fim
Tallulah, encontre as palavras e fale comigo, oh
Tallulah, isso poderia ser... o paraíso

Eu te vejo andando de mãos dadas com um baterista cabeludo de uma banda
Apaixonado por ela, ou pelo menos é o que parece, ele está dançando com minha bela rainha
Nem ouso te dar oi, ainda engolindo o adeus
Mas eu sei que os sentimentos ainda estão vivos, ainda estão vivos

Eu perdi minha paciência uma vez, então você pode me punir agora.
Eu sempre te amarei, não importa o que faça
Eu te conquistarei de novo se você me der a chance
Mas há uma coisa que você deve entender

Tallulah, é mais fácil viver sozinho do que temer a hora do fim
Tallulah, encontre as palavras e fale comigo, oh, Tallulah
Isso poderia ser...
Tallulah, é mais fácil viver sozinho do que temer a hora do fim
Tallulah, encontre as palavras e fale comigo, oh
Tallulah, Isso poderia ter sido... O paraíso!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Eu ri

AEHUIAHEIUAHEIUHAEIUHAIUEHIAUEH
AI AI HEEIN...

eu dou risada, pq a gnt encontra cada coisa na internet.. pqp..
tá que a gnt encontra pq procura, mãaas..
hahhaah

então né, eu fico inconformada, com algum certo alguém, que escreve em parábolas, coisas para atacar, lembrando de coisas que viveu a mil anos atras (ok, deve ter apenas uns 2 ou 3) mas enfim... Mas, visita meu blog (porque o numero de visitas continua crescendo, e agradeço muito por isso a todos os leitores *-*) e faz a maquiagem copiosamente igual a minha *-* UAU.
acho que eu sou tão foda, tão foda, que a pessoa não só quer aquilo que por enquanto ainda é meu, mas quer ser eu!
HEIUaehaiuehaiuehh
me achei agora.. HAHHAHA
depois desse meu achado, minha auto-estima definitivamente está láaa em cima. HAHAHAHA

seria tão mais facil se todas as ex-namoradas pudessem ser iguais a Débora, e eu :)
mas, a vida é assim né. a gnt smp vai encontrar umas pedrinhas no sapato....
foda vai ser decidir se vai tirar a pedra do sapato, ou se vai deixar a pedra fazer machucado no pé... EHAUIEHAIUEHAUIEHIUEH

té mais.. logo menos postarei mais.
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cold as you - Taylor Swift

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Beautiful

hoje eu acordei me sentindo linda.
Acordei me sentindo importante... Para mim. Já que sou o personagem principal da minha vida.
Me dei conta, de que quero que os outros olhem para mim como eu sou, mas antes, eu preciso saber uem sou.
e cheguei a conclusão de que, alem de linda (ego lá em cima), sou inteligente, capaz de pensar em duas línguas ao mesmo tempo, sou boa filha, sou responsável, um bom exemplo, tudo o que faço é com muito amor e carinho, e quero sempre poder fazer o bem, e ver os outros bem tb.
Eu sou especial.

Eu sou importante.

Eu me amo sz

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E não posso esquecer, que ninguém vai ver essas qualidades em mim (e outras que não me lembro agora), se eu não conseguir reconhecer que sou tudo isso ...
O mais importante já fiz.. agora o resto, é só o resto. :)
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Sim, eu sei que estou atrasada para o próx. capítulo mas ainda não sei que diabos faço
com esses dois HAHAHHA... na verdade até sei, mas me falta tempo para escrever, (ô dó)...
vou lá...

obgd por tudo.
logo menos postarei sobre a minha viagem à Resende. que foi Supimpa, e mágica.
Boa noite galere.

Deus, eu te amo ♥

terça-feira, 12 de julho de 2011

black hole

é, parece que tem um buraco negro aqui no meu peito.
eu sinto tanta falta, de um monte de coisas que eu nem sei o que são.
Sinto falta de lugares, de pessoas... de sentir, de viver coisas que nunca vivi.

Sinto falta de ser eu. Com os outros, e comigo...
sinto falta das coisas que me faziam bem e hoje já não fazem mais.

Eu só queria que as coisas voltassem a ser iguais já foram um dia.
Iguais aos dias em que eu recebia e-mails e declarações, da pessoa que supostamente deveria me amar e me tratar melhor do que todos os outros em volta.

Sinto falta de ser querida.
de alguém sentir a minha falta. sentir saudades de mim, e de querer me abraçar forte, e não me deixar partir.
Sinto falta da intensidade. Hoje parece que toda aquela água que borbulhava, está totalmente fria.
sinto falta do quente. do calor, de não chorar, ou sentir dor.
sinto falta de estar feliz, e compartilhar a minha felicidade com alguém que fique feliz junto comigo.

Sinto falta de tudo o que houve um dia, e que não há mais quase nada hoje.
talvez, não hajam nem lembranças.

Eu só queria voltar a ser criança. Quando nada fazia falta...
nem os meus pais que eu só via aos finais de semana...
os joelhos ralados cicatrizavam muito mais rápido...

só isso.

Amar


Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

(Carlos Drummond de Andrade

sábado, 4 de junho de 2011

to meio boderline hoje

Relacionamentos interpessoais fracassados.
Relações intensas, mas sempre confusas e caóticas.
Atitudes nada recomendáveis com familiares e pessoas íntimas, rebeldia.
Agressividade quando crê ter sido injustiçado(a) ou ignorado(a).
Ataques de raiva.
Explosões verbais.
Chantagens emocionais.
Carência afetiva.
Sedução, manipulação.
Dependência ou necessidade de apoio e cuidado.
Instabilidade emocional. comportamento irritante, insuportável e autodestrutivo.
Raciocínio “8 ou 80”, totalmente bom ou mau.
Ou faço tudo, ou não faço nada.
Presunção.
Intolerância à decepção, frustração, separação e rejeição.
Idéias paranóides.
Fragilidade, sensibilidade, vazio, dor dilacerante na alma.


WTF ? LOL
:*

créditos: cmm=101890396

segunda-feira, 30 de maio de 2011

era uma sensação estranha

se sentir natural em alguma coisa. Como humana, eu nunca
fui à melhor em nada. Ninguém dava troféus a leitores de livros. Depois de dezoito anos de mediocridade, eu acabei ficando muito boa em ser comum. Agora eu me dava conta de que há muito tempo eu tinha desistido das pretensões em brilhar em alguma coisa. Eu só fazia o melhor com o que eu tinha, nunca me adequando ao meu mundo. Então isso era diferente. Eu era incrível agora – para eles e para mim mesma. Era como se eu tivesse nascido para ser vampira. A idéia me fez querer rir, mas também me fez querer cantar. Eu tinha encontrado meu verdadeiro lugar no mundo, um lugar onde eu me encaixava, um lugar onde eu brilhava.
                           Breaking Dawn, Capítulo 26

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dear Holly

I don't have much time. I don't mean literally...I mean, you're out buying an ice cream, and you'll be home soon.But I have a feeling, this is the last letter, because there's only one thing left to tell you. It isn't to go down memory lane, or make you buy a lamp. You can take care of yourself without any help from me. It's to tell you how much you moved me, how you changed me.

You made me a man, by loving me, Holly. And, for that, I'm eternally grateful... literally.


If you can promisse me anything, promisse me that, whenever you're sad, or unsure, or you lose complete faith, that you'll try to see yourself throught my eyes.

Thank you for the honor of beeing my wife, I'm a man whith no regrets. How lucky am I. You made my life, Holly.


But I'm just a chapter in yours. There'll be more. I promisse.

So, here it comes, the big one. Don't be afraid to fall in love again. Watch out for that signal, when life as you know, it ends.


PS.: I WILL ALWAYS LOVE YOU.


Gerry Kennedy

Ps. I love you.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fanfic -

Stevie Rae e Rephaim
É o meu casal favorito da série de livros HOUSE OF NIGHT ;)
e eu estou apaixonada pela história dos dois.
aí, dessa minha paixão, decidi criar essa pequena fanfic para os dois, contada do ponto de vista de Stevie Rae.
---
Stevie Rae

Nada do que eu pudesse dizer agora, poderia descrever metade da emoção que sinto ao vê-lo aqui, e saber que ele é meu.
Parece tão certo. Porque somos um do outro.
Rephaim olhou-me pela primeira vez (digo, encarou-me) depois de estarmos sozinhos.. E era incrível que eu não conseguia ficara parada se estava longe dele. Era como ímã; eu precisava da sua presença por perto.

O momento em que Nyx o transformou no garoto do reflexo, o meu Rephaim, o meu "humano", eu tive a certeza de que eu fiz a coisa certa em tê-lo salvado e cuidado de seus ferimentos.

Mal estava me aguentando de felicidade por ele. Eu podia sentir a corrente de energia da sua felicidade no ar, cada vez que ele via seu próprio reflexo, mal acreditando que era ele mesmo, e não mais a mistura "menino-corvo" de antes.

- Dá pra acreditar, Stevie? Eu sou de carne e osso! Sem penas! UAU! - Ele me ergueu e rodopiou no ar, perdendo o equilibrio quando parou, jogando-nos na cama, feito duas jacas podres.
-É eu sei Reph. . . Mas acho que eu gostava das penas... e das asas... e tudo mais... - Fiz beicinho e encarei-o.
- Imagino que gostasse mesmo... Bom, pelo menos ainda sou corvo durante o dia, se isso te fizer feliz...
- Claro que não, seu bobo! - eu disse - Você é lindo, sabe... Com ou sem todas aquelas penas... - Debrucei-me sobre seu peito nu e afundei meu rosto, tentando me esconder.
Ele ergueu meu rosto com um dedo, fazendo com que eu pudesse olhar diretamente em seus olhos, agora totalmente humanos, com aquele tom profundo de castanho que eu conhecia tão bem, e que conseguia me dizer muito mais do que as suas palavras.

- Você é que é linda, Stevie Rae, e eu te amo.
Eu senti meu rosto corar, e comecei a encaracolar uma mecha do meu cabelo, na tentativa frustrada de esconder meu nervosismo. Ele riu, e o som do seu riso ganhou vida, parecendo se materializar no ar a nossa volta, nos envolvendo na felicidade que tinha de ser transmitida. Eu adorava o som daquilo.

Ele se virou sobre mim, e continuou me encarando. Deusa, como era lindo esse meu menino-corvo encantado.
- Eu quero te beijar... - eu disse como num sussurro, antes que meu cérebro pudesse reprimir a ação... E ele me beijou.

não importava mais se o Dallas tinha virado um vermelho do mal, ou se Neferet era uma vadia assumida, ou se um Tsunami tinha varrido o Japão do mapa... Só havia nós dois no mundo agora. Ninguém mais.

Era o máximo sentir o calor frio que emergia da sua pele ao tocar na minha (também nõ entendo essa de calor-frio, deve ser coisa de menino-corvo meio imortal que ele tem...). Senti sua língua desenhando o contorno da minha boca, explorando o exterior, e o interior dela.
Mergulhei minha mão nos seus cabelos compridos, que eram tão macios quanto as penas que haviam nas suas asas. Cabelos tão pretos, como a noite. Era impossível eu me cansar de admirar o meu Rephaim.
Ele passou sua mão sobre meu rosto carinhosamente, seguindo com a ponta dos dedos, os desenhos das minhas Marcas vermelhas; beijou-as fazendo meu corpo estremecer involuntariamente, começando então a descer a alça da minha blusa regata.
Sem pensar na intensidade em que eu apertava seu braço, acabei fazendo um pequeno corte nele. Foi sem querer, juro.

Mas, dessa vez o sangue não tinha cheiro errado, ou ruim sequer. Era o cheiro mais delicioso que eu ja havia sentido. eu podia sentir a sede que subia, me pedindo para beber daquele sangue maravilhoso. Eu podia sentir o gosto do sangue descendo pela minha garganta, molhando-a e fazendo-me explodir por dentro.
Eu vi nos seus olhos que ele também queria.
- Beba... - Ele esticou o pequeno corte na direção da minha boca, o cheiro se tornou tão forte quanto o desejo que nos tomava, então obedeci.
Toquei meus lábios no ferimento, e no momento que senti o gosto do seu sangue, milhões de sensações começaram a acontecer no meu corpo, feito pequenas explosões em cada pedaço de mim. Eu não conseguia pensar, o prazer que sentia daquilo fez com que tudo sumisse, eu queria ser de Rephaim. Que fosse ele pra sempre. Meu consorte, companheiro, meu amor.
Aquilo era tão maravilhoso para ele quanto era para mim; eu podia ouvir sua respiração acelerada e seus gemidos baixinhos. Talvez depois eu devesse me lembrar de agradecer a Nyx por ter criado todas essas sensações maravilhosas para que nós pudéssemos desfrutar.

Rephaim começou a me despir, e apesar de ofegantes, e quase que entregues aos nossos desejos, não fosse pelo medo de encarar o desconhecido que estava por vir.
Então, Aphrodite entrou no quarto.
- AIMINHADEUSA, Stevie, odeio ter que interromper esse seu momento tão.. hm.. quente, apesar não ter me acostumado com esse menino-corvo ainda, mas.. você PRECISA dar um jeito nos seus novatos vermelhos rebeldes agora. ok? Eles estão atrapalhando todas as minhas visões e meus olhos estão uma droga. - E deu as costas indo embora.

- Não esquenta Stevie. A gente pode terminar depois, não é? - Ele piscou pra mim, e subiu minha blusa fazendo carinho em mim com os dedos quando deixou sua mão cair na cama.
- É, depois a gente continua... - Eu disse a contragosto. Dei-lhe um beijo rápido e ele me segurou gentilmente pelo pulso quando me vire para sair do quarto.
- Eu te amo, minha pequena Stevie Rae.
- Eu sei Reph. eu também amo você.
Tentei me lembrar de como se fazia para respirar, inspirei o ar três vezes e saí do quarto batendo os pés.
- Aphrodite sua nojenta, você me paga... - fiquei murmurando, enquanto ia resolver o problema com os novatos rebeldes.
- Obrigada Nyx. obrigada mesmo... - eu agradeci à Deusa, e pude jurar que ouvi o som do riso dela...

"de nada minha filha"

Chosen -HoN

Cap. 18
pag. 184

"Não consegui me segurar. Eu me aproximei. Heath jogou a cabeça para o lado, esticando o pescoço para expor aquele corte cintilante e lindo.

- Faça a dor passar, Zoey, por nós dois. Beba do meu sangue e pare com essa queimação antes que eu não aguente mais.

A dor dele. Eu estava fazendo Heath sofrer. Eu já lera sobre isso no livro de Sociologia Vampirica Avançada. O livro avisava sobre o perigo da Carimbagem e explicava como o laço de sangue ficava tão forte que não beber do sangue humano na verdade lhe causava dor.

Então bebi dele... só mais esta vez... só para cessar sua dor...

Debrucei-me sobre ele e pus minha mão em seu ombro. Quando minha língua alcançou a linha vermelha que escorria do seu pescoço, meu corpo estava tremendo.

-Ah, Zoey, sim! - Heath gemeu. - Está passando. Sim, chegue mais perto, gata. Beba mais.

Ele mergulhou as mãos em meus cabelos e apertou minha boca contra seu pescoço, e eu bebi dele. Seu sangue foi uma explosão. Não só na minha boca, mas por todo o meu corpo. Eu já tinha lido todos os comos e porquês sobre a reação psicológica que ocorre entre um humano e um vampiro quando a sede de sangue os consome. Era simples. Algo que Nyx nos concedera para que ambos sentíssemos prazer em um ato que poderia ser brutal e mortal. Mas palavras em um uma página de um livro escolar sem um pingo de emoção não chegavam nem perto de descrever o que estava acontecendo dentro de nossos corpos enquanto eu bebia do sangue no pescoço de Heath [...]

Wuthering heights

''De que serviria ter eu vindo a este mundo se me confinasse no aqui está?
Minhas grandes infelicidades neste mundo tem sido as infelicidades de Heathcliff.
Aguardei-as e senti-as todas desde suas origem. E ele a minha grande razão de viver.

Se tudo morresse,mas ele ficase,eu continuaria a existir.
E,se tudo permanecesse e ele fosse aniquilado,o mundo inteiro se tornaria para mim uma coisa totalmente estranha. Eu não seria mais parte desse mundo.

Meu amor por Linton é como as folhagem dos bosques:o tempo o transformará,estou bem certa,como o inverno muda as arvores.

Meu amor por Heathciff assemelha-se aos rochedos imóveis que jazem por baixo do solo:fonte de alegria pouco aprente mas necessária.
Nelly, eu sou Heathcliff!
Ele está sempre,sempre no meu pensamento.
Não como um prazer,visto como nem sempre sou um prazer para mim mesma,mas como meu próprio ser,por isso não fales novamente de nossa separação."

Catherine Earnshaw - O morro dos ventos uivantes



pegação rolando solta alí em cima.. HAHAHAHAH ui
(66

beeijo :*

quarta-feira, 27 de abril de 2011

House of Night



AAAI pessoal, essa série é TUDO DE BOM ao quadrado *-*

Trata-se de uma série de livros, onde o mundo gira em torno dos vampiros, que SEMPRE existiram.
É contada do ponto de vista (nos 5 primeiros livros) da personagem principal : Zoey Redbird.
É bem engraçado a forma que ela aborda as situações que passa, e com em todo bom livro, a gente meio que se transporta pra uma dimensão paralela e começa a viver como Zoey e sua gangue.
Enfim, os livros são lindos.
Por enquanto temos apenas 7 disponíveis no Brasil :
Marcada, Traída, Escolhida, Indomada, Caçada, Tentada e Queimada *-*

Nos EUA já está disponível o 8°, com o título de Awakened (despertada). Estamos aqui esperando desesperadamente pra que esse saia.
Claro que existem downloads desse último, mas a tradução dele é um lixo, então aguardemos pelo livro de capa, páginas feitos de papel ;)

A história é tão emocionante, que todas as linhas prendem a atenção.
e quando um livro acab, vem a NECESSIDADE de ir para o próximo.
sem exageros.

Pra quem gosta de vampiros, a série House of Night será um delicioso cálice de sangue fresco xD
é bem quente, engraçado, com suas confusões, e a dificuldade da nossa heroína de ultrapassar os obstáculos, afinal, deve ser difícil ter só 17 anos, se transformar em vampira, descobrir que a pessoa (mentora) em quem confiava quer dominar o mundo, tem de decidir entre namorados, perde sua melhor amiga e depois decobre que ela morreu e depois des-morreu (hahahha), que tem que passar pela fase da transformação, ou do contrário ela morre, e ainda por cime, tem de salvar o mundo. LITERALMENTE.


ok, fiz a minha parte.
BEIJOS :*

sábado, 16 de abril de 2011

Quanto tempo


nessa vida você acha que precisa pra aprender que o tempo não te dá chance de tentar outra vez?

É melhor a gente dar valor, dar carinho, demonstrar amor quando tem chance.
Depois vai sentir falta e vai querer reviver...


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sonho ruim


acordei ofegante, mal podia me lembrar do sonho...Sei que era ruim, porque se tivesse sido bom, eu não aparentaria ter corrido uma maratona de pelo menos 2O km.
E, de repente, milhares de coisas começaram a vir em mente. Milhares de coisas que somente meu pensamento conhece.
Já eram mais de 2 da matina, e tudo o que eu consegui fazer, foi respirar fundo e deixar que meu bom senso reprimisse aquela represa que ameaçava arrebentar.
Foi uma noite diferente. Momentos vividos nos últimos anos me vieram, e me balearam novamente, e tiveram o mesmo impacto que no momento em que elas aconteceram.
Pior, é que só consegui me lembrar das coisas ruins. Das coisas que perdi, das que não conquistei, das que desisti...

Eu sabia que estava acordada, mas parecia um sonho. Outro pesadelo. Porque não pude voltar atrás e refazer. Palavras, ações, decisões, encarar medos... Não pude. E, fiquei incapacitada, deixando que as lágrimas caíssem, e molhassem minha pelúcia em forma de coração.
Sentei, e tentei reorganizar meus pensamentos.
Eu queria alguém ali, pra conversar comigo. Alguém pra me entender.

E aí, mais forte, me baleando outra vez, lembrei que há tempo essa pessoa se foi. Levando segredos consigo. Meus, seus, nossos. Ela não estaria jamais, ali outra vez pra me ouvir, e me aconselhar...
O nó na garganta subiu, e não tentei mais controlar tudo aquilo que transbordava.
Segurei meus joelhos, e abaixei a cabeça, chorando baixinho pra não acordar o pessoal na casa. Soluçava, e todas aquelas feridas que eu julgava ter cicatrizado, se abriram, se romperam... e doeu.
Doeram, por me fazerem perceber, o quanto eu estava sendo estúpida tentando agradar todo mundo sem sucesso nenhum. Doeram porque me fizeram ver, que a vida toda, tudo o que eu fiz pelos outros foi inútil, que a minha existência na vida dessas pessoas (todas - ou grande parte delas) era descartável, dispensável.
E doeu ainda mais, porque eu queria que nada tivesse mudado. Que todas elas jamais tivessem partido, que jamais tivessem me deixado. Que tivessem dado valor pelo que fiz por elas. Pelo que senti por elas. Porque houve verdade.

Eu chorei, porque queria que elas todas, ainda fizessem parte da minha vida, e que um dia pudéssemos sentar todos nós, e rir disso tudo. Rir dos erros, dos acertos. nos dar abraços, pedir perdão... Mas não vamos.
E essa dor, é minha. Só minha.

Deitei e me cobri, fazia frio. Com a cabeça sobre a pelúcia de coração e coberta me encolhi, e abracei meu ursinho, como se ele pudesse falar e me tranqüilizar. A dor ainda latejante... E eu agora me perguntava, porque lembrar de tudo isso?
eu estava feliz. eu havia esquecido... Então porque? E em resposta, lembrei da foto da felicidade. Que eu reconhecia, mas que não era a minha.
Eu queria uma igual. Queria estar feliz da mesma forma.
e lembrei o do pesadelo.

Era só um buraco. Vazio. Sem fim...
onde eu caía, caía, caía...
e vi, que nem era diferente de tudo o que eu vivo hoje.
Sem cor. Nada é mais do jeito que era. E a felicidade que era a minha, não está mais comigo...
não se trata de amor, se trata de estar feliz.
Mas, se há o amor, e não há a felicidade... onde eu estou errando?

O raciocínio foi ficando mais lento, e olhos pesados pela quantidade de lágrimas derramadas, a cabeça latejava. Fechei os olhos pra diminuir o peso dos mesmos, o inconsciente me alcançou, e aí, eu dormi.
E voltei pro sonho.

Era só um buraco. Vazio. Sem fim...
onde eu caía, caía, caía...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Solidão



Estar em casa, quase sempre traz a sensação de estar sozinha. Seja porque poucas coisas são ditas, poucas palavras são dirigidas. O único momento em que não há a solidão, são as horas de briga. Justamente, são essas as horas que eu realmente queria estar sozinha.
É engraçado, porque existe essa rotina, e todo dia é igual. não muda. As mesmas tarefas, o mesmo silêncio, a mesma playlist com as mesmas músicas...

Durante muito tempo essa sensação de solidão "ninguém me ma ninguém me quer" vem acompanhando-me . Seja por causa de família, amigos, relacionamentos extra... Eles sempre me deixam traumatizada. Até, porque, muitas relações foram cortadas, de formas erradas, dramáticas, e conseqüentemente, traumáticas (pra mim, pelo menos era.)
Terminaram de forma errada. E machucaram muito.

Eu tenho problemas com intensidade. Vivo sentimentos intensamente.
Amo demais, estou apaixonada demais, odeio demais, TUDO em demasia. As vezes isso é um problema.

Depois de ter tido tantos problemas com relacionamentos traumáticos, decidi que ia controlar essa demasia, o excesso, e tudo o viesse com exagero. Que ia controlar o que sentia, e que não ia mais sofrer. Parei de esperar pelo príncipe encantado, porque sempre aparecia o cavalo, ou o sapo (que não era encantado).
Só queria alguém que me amasse, e que fizesse de mim, seu objeto de desejo em tempo integral. Que pensasse em mim, me ligasse, e que sentisse isso e se esforçasse para estar comigo, e que fizesse durar. Que me valorizasse por quem sou, e que nunca tentasse mudar-me, ou moldar-me.
Nem precisava ser perfeito. Bonito, rico, whatever. Só queria que me amasse. E continuasse amando, mesmo como passar do tempo.

Quando apareceu o grande amor... Ele me tirou do meio daquela solidão.
E colocou-me num lugar onde eu me encaixava. Mas com tantos traumas, não queria acreditar que esse grande amor era meu. Que essa entrega de sentimentos, e de vida era pra mim. Que não merecia essa adoração incondicional. Ah, mas adorava a fumaçinha de felicidade... Deus, como gostava disso! Como amava o universo paralelo criado só para nós.
Mas aquilo vinha com o medo. Não queria sofrer mais. Já tive decepções suficientes pra duas pessoas velhas.
Não acreditei nesse amor. Mandei-o embora. E ele foi.

Os preenchimentos que vieram depois, eram sempre passageiro, mas todos acompanhados de finais traumáticos.
A taça sempre quebrava antes de encher toda, e jogava tudo pelo chão.

Depois de certo tempo, o grande amor deu-me outra chance.
Recebi-o de bom grado. Achava-me agora merecedora desse amor.
Mas, o amor havia mudado. Não havia mais a entrega total dos sentimentos.
Ainda assim, me permitiu amar com toda a intensidade de que fosse capaz.
Eu queria fazer o amor feliz, e deixei que ele entrasse, e tomasse cada cantinho do meu coração.

Esqueci todos os traumas, e entreguei-me ao máximo para esse amor.
Prendia-me a cada detalhe no começo. Cada sorriso, palhaçada, piadas internas, cada carinho, expressão, pensamento, cada conversa. Tentando conhecer o amor.
A cada dia que se passava, apeguei-me mais e mais a esse amor. tornando-me dependente dele.
De forma que precisava ouvir sua voz, ao menos uma vez no dia. Precisava dizer que o amava.
No começo, era extremamente recíproco. havia ciúmes, havia preocupação, declarações espontâneas, necessidade de toque, saudades... No começo, havia um conto de fadas.

Agora, chegam os meios.
E os meios assustam. Há pouco menos da metade do que havia no começo. Poucas gargalhadas, pouco ciúmes, pouca preocupação, pouca demonstração de afeto. Há solidão.
A saudade, essa permanece. INTACTA, em meu coração.
Cada dia, é como se eu estivesse deixando esse amor escapar das minhas mãos. Como se a unica maneira de fazê-lo ficar, é ceder. e chamar atenção não resolve. Pelo contrário, gera desentendimento...
agora, corro desesperadamente atrás desse amor. Com todas as forças que tenho, mesmo que sejam poucas... Mas percebi que o inevitável uma hora vai chegar.
Uma hora, esse amor vai embora. E vai me deixar
E é onde a sensação de solidão, tristeza, abalo psicológico chega com força total.

Apesar de ter encoberto os traumas, e não demonstrar pra ninguém, eles estão aqui.
E eles machucam. E, descobri que eu não tenho força psicológica pra outra decepção.
Que essa minha necessidade de aceitação, de estar com alguém, só pioram a minha situação de dependência. É como se eu só pudesse viver, se tivesse um motivo. E cada vez que essa razão acaba, o baque é sempre pior, e abre cada ferida uma vez coberta com cascas.
E torna essas feridas cada vez mais profundas.

Eu não sou forte, nem pra mim, e nem pra ninguém.
Eu quero é ser protegida. Quero ser amada, da mesma forma que amo. que seja recíproco pelo menos uma vez mais.
Eu tenho 10 dias pra que essa solidão vá embora.
e se ela não for... vou saber que essas feridas tem mesmo é que ficar escancaradas.
E que eu tenho que voltar a ser o bicho amargo, que jogava e comparava e lembrava, e adicionava todas as coisas ruins, me esforçando pra que desse tudo errado, e eu fizesse o outro sofrer ao invés de ser eu, o mártir.
Não quero mais ficar, sentir só.
Quero voltar pro começo, pra onde nós éramos felizes.
...

"sinto falta de como era tudo tão fácil pra nós; mais natural quanto o ato de respirar... sinto falta de nós dois.."

solidão, por favor, vá embora...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Carência


Pois é, hoje meu post vai ser BEM emo. To bem tristinha pra dizer a verdade..
Ai, me perguntam, porque? Bom... a resposta é..

Sabe quando você se dá ao máximo, na tentativa desesperada de agradar todo mundo? Então, grande parte dos meus dias funcionam assim.
Ouvir coisas que eu não deveria, não responder por educação, ou respeito (coisa que não funciona do outro lado para comigo) já é um ponto quase que definitivo na minha rotina. Sim, isso acontece TODOS os dias.
Amo grande parte das pessoas a minha volta, mas nem sempre elas se dão conta disso. De que mesmo sendo pouco, estou dando o melhor de mim, como sempre fiz.
A boa aluna, a boa filha, a boa cristã, a boa samaritana, a boa namorada, e na verdade, é tudo na tentativa de agradar à eles, que nem sequer percebem, e me deixam todos os dias como a mother Gothel, é a vilãzinha da história. E eu não sou.
Eles simplesmente não entendem, que o meu silêncio quando estou triste, é o único meio de transbordar, desabafar, jogar fora todas as coisas ruins. Que meu silêncio, é mil vezes melhor, do que atacar, e jogar milhões de verdades, aquelas que ninguém quer enxergar.

A vida toda, eu passei a imagem de Mônica : "força, inteligência, independência, sou decidida, positiva, alegre, espontânea, amável, simpática, e etc." Mas, será que a Mônica era assim o tempo todo?
será que descontar a raiva dela no Cebolinha não era só uma forma dela dizer que não gostava das piadinhas mas não queria parecer fraca e chorar na frente dele? Será que ela não dava os pontos finais, pra não precisar voltar atrás nas decisões? Será que ela não escondia a mágoa dos meninos, por ficarem o tempo todo chamando ela de "baixinha, gorducha..."? Será, que quando ela se juntava com a Magali, ela conseguia se sentir melhor? Ou esperava a amiga embora pra soltar todas as suas frustrações com as lágrimas?
Será que ninguém nunca pensou que apesar de a Mônica ser quem era, ela iria querer um colo aconchegante? Um cafuné? Um abraço bem apertado? um carinho gostoso? Se sentir querida, e amada? E que era tudo o que ela não conseguia, e simplesmente, ou distribuía com o amor, (a sua simpatia, alegria, espontaneidade, amabilidade,, etc), ou a base de porrada?
por ela ser intensa, não era compreendida, e por não ser compreendida como deveria, apesar dos muitos amigos, estava sempre sozinha...
E, acho que mais uma vez, vou me comparar com a Monica.

não me importa que esse carinho venha de uma amiga, da mãe, da irmã, do namorado, pode vir até mesmo da cachorra.. Mas eu queria receber, ao invés de dar. Pelo menos uma vez, eu queria ser o centro das atenções. Queria que pelo menos um dia, o meu bem estar pudesse ser o foco de alguém, como já foi algum dia.
Eu gosto de amar, mas eu também queria ser mais amada de vez em quando.
Sinto falta de quando minha ausência era notada, e de quando as pessoas sentiam falta de mim, sinal de que eu já fui importante... E hoje, não sou mais.

Concluindo:
falei que o post ia ser emo. mas convenhamos que hoje eu to triste, e ue se eu não escrevesse agora eu iria perder o fio da meada, rs
E, assim, exatamente assim é como eu me sinto hoje.

Pessoas que me davam carinho, onde estão vocês?

terça-feira, 29 de março de 2011

A saga do meu cabelo



Oi, hoje vou desenterrar uma super história sobre mim.
a amiga do meu namorado (Larissa-http://cirandaadesentimentos.blogspot.com) fez um elogio ao meu cabelo, dizendo que ele era bonito... E eu, como gosto pouco de contar histórias, respondi :
- Ahm, mas nem sempre meu cabelo foi assim....
...
" Um belo dia, eu tinha a idade de 10 anos, e queria pintar meu cabelo de vermelho...
Podia ser até com papel crepom, e naquela época meu cabelo era enorme. Ia até a minha cintura, e tinha vários cachinhos nas pontas, a raiz meio lisa...
Fui pedir pra minha mãe se eu podia pintar... CLARO, que ela disse que não.
Eu continei insistindo, insistindo, até que um dia, a resposta dela foi mais drástica : "SE VOCÊ PINTAR, EU VOU CORTAR SEU CABELO JOÃOZINHO!"
hahha, quem disse que eu acreditei? Meu cabelo era LINDO, se ela cortasse, provavelmente era uma mulher louca. E, como ela não era louca, ela não ia cortar meu cabelo ;)

Então, comprei o papel crepom vermelho, e corri pra pintar meu cabelo, mas a tinta não pegou, e o vermelho só grudou no couro da cabeça, e nas minhas unhas - sim, porque a anta aqui, nem pensou em usar luvas - .
Quando minha mãe chegou do trabalho, que viu meu couro daquela cor, foi batata, não de outra: agarrou meu cabelo e segurou-o nas mãos com um nó, e me arrastou (arrastou mesmo, força inumana) para o chão da cozinha...
E ela não conseguia achar a tesoura.. Puxou o facão na segunda gaveta.
Óbvio que o facão nem cortou nada, então ela se viu obrigada a sair dali e ir procurar a tesoura..
Eu rezava de todas as maneiras que eu conheci um dia, pra que ela mudasse de idéia e deixasse meu cabelo lindo em paz.
HAHA, doce engano, ela achou a querida e amiga tesoura, e então... Bom, acho que ja dá pra imaginar..

Era quase aquela cena da CarolinaDickeman em laços de família : cabelo caindo, que se misturava com baba, e choro e catarro, e... não foi uma cena muito boa de se assistir.
Em 5 minutos, eu estava SEM cabelos.
De um cabelo que batia na cintura, para nada. :D weee

E o mais engraçado, é que, no dia que eu fui pintar, eu falei pra todo mundo na escola "amanhã vou chegar de cabelo pintado LOL", e na verdade, chegue sem cabelo.
HAHAH o cabelereiro só fez o pezinho, afinal, nem tinha no que mexer alí.
Uma semana depois que a minha mãe cortou meu cabelo, bateu o remorso, e ela me deixou pintar...
Fui no cara que cuidava do cabelo dela, e disse bem objetiva : "Quero meu cabelo vermelho"...
ele disse que tinha um tom parecido, a tinta ardeu minha cabeça, e quando tirei, não era o vermelho, nem o rosa ofuscante.. era um laranja neon desbotado.. meu cabelo ficou pior do que ja estava (é, ele conseguiu...).
E aí, eu parecia um palito de fórforo queiimado (o corpo) com a cabeça em chamas.. dpois de uns quatro meses eu tirei a tinta (começou a desbotar -mais- e a raiz crescer) ai fui passando castanho, fui pra Minas e outro cara cagou meu cabelo, cotou um quase-tigelinha, mas como meu cabelo era cacheado, óbvio que não ficou legal, e ai fiz luzes louras, e ficou mais esquisito ainda, e aí meu cabelo foi crescendo, meti a tinta preta, e depois a progressiva.

Depois de quatro anos que minha mãe cortou, meu cabelo ainda batia no pescoço..
Quando ele finalmente estava chegando perto da cintura, eu mandei tirar as pontas, e a mulher errou a mão, e cortou acima do peito, e agora, ele está assim.

Decidi não mexer mais. porque se estiver ruim, pode SIM ficar pior.
meu cabelo tem três cores, faz mais de um ano que não pinto, seis meses que não corto, tem as pontas todas quebradas, duplas, queimadas de chapinha, mas sabe , amo ele do jeito que ele é.

HAHHA e não trocaria por papel crepom de cor nenhuma, NUNCA MAIS. XD.
-

Claro que a Larissa riu, e muito, dessa história. Tem gente que acha que é mentira, mas não é.
e um dia, se eu achar (o que eu não quero que aconteça.. HAHHA) algumas fotos dessa época tenebrosa, então eu as postarei aqui.
PROMETO (YN).

beijos :*

quinta-feira, 24 de março de 2011

Kiss me


"Oh, kiss me beneath the milky twilight
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
Silver moon's sparkling.
So kiss me." -
Kiss me - Sixpence none the richer.




Quando estivemos juntos no campo, ele levou-me para longe de onde haviam matas, moitas e ervas daninhas. Fomos para aquela campina aberta, e deitamos na grama.

Seu jeito de manter-me perto dele as vezes era esquisito...
Pegou-me desprevenida quando eu estava por descer o degrau de madeira que rangia e girava, e ele me girava, antes que o degrau fizesse isso comigo.
Fizemos várias piadinhas, sobre como cada um vestia-se mal, e eu disse-lhe malcriada "Ok, use então aqueles seus sapatos, e eu usarei aquele vestido, veremos como fica..."

Quando chegou o crepúsculo, ele me beijou suavemente... E me conduziu ao pátio nos fundos da casa, que ao chegar da noite, sempre tinha o chão iluminado pela lua. E levantou sua mão, convidando-me para dançar dançar ali, uma dança sem música, sem som, na qual até mesmo os vagalumes dançavam conosco. A lua brilhava alto no céu.
Eu encarei-o por um instante, e disse-lhe "so kiss me..."

Corremos feito crianças para a casinha da árvore quebrada a alguns cem metros de distancia do pátio da casa, deitamos exaustos pela corrida, e mais um beijo foi dado...
Eu escapei por entre seus braços, e corri para o parquinho velho e improvisado ao lado. Subi no pneu velho que funcionava como balanço. E provoquei para que ele me empurrasse o mais alto que conseguisse. Foi divertido.
E então ele sumiu... voltando pouco depois com um chapéu florido sobre a sua cabeça e um mapa. Eu sorri.
Descobri que era um mapa marcado por seu pai, nós tomamos o caminho, começamos a procurar pelo que ele marcava, e ele levou-nos para o pátio ao fundo da casa...

O chão continuava iluminado pela Lua. E novamente ele ergueu sua mão convidando-me para dançar, aquela dança sem música, sem som, que até os vagalumes dançaram conosco.
Encarei-o novamente, então disse-lhe "so, kiss me"

E ele me beijou...

"Beije-me sob o Crepúsculo,
Guie-me para fora, no chão iluminado pela lua.
Levante a sua mão aberta,
Faça a banda tocar, faça os vagalumes dançarem
A lua prateada está brilhando.
Então Beije-me."
Kiss me.

sábado, 5 de março de 2011

You say I am a fool


Você vive dizendo que eu sou boba, e não desminto. Acho que seja até verdade mesmo.
Você diz que sou infantil, e criançona, mas e qual seria a graça de ser séria, e madura demais? Seria apenas mais uma pessoa chata na sua vida, e que não faria falta nenhuma se quisesse sumir....

A maior parte das coisas que voce descreve da minha personalidade, é verdadeira, e não tenho porque omitir.

Sou esquecida, principalmente com coisas que não me interessam. Tem coisas que esqueço sem querer, e tem coisas que esqueço de propósito, por puro capricho meu.
Sou bagunceira, não ligo de não arrumar as minhas coisas. mas sempre digo que minha bagunça é organizada, porque sempre sei onde estão minhas coisas.
Sou dissimulada, porque muitas vezes finjo que não sei de algo, ou finjo alguma coisa que não sinto para não magoar as pessoas que gosto...
Sou cínica, principalmente com as pessoas que não gosto.
Sou transparente, não de ser magra, mas de deixar que qualquer um perceba o que eu sou de verdade se eu quiser.
Sou chorona, e choro mesmo, em qualquer lugar, mesmo que chorar não resolva nada, me ajuda a extravasar tudo o que há em excesso em mim. Seja por alegria de mais, tristeza de mais, desgosto de mais, decepção de mais, saudade de mais... tenho problema com sentimentos.... eles sempre acabam transbordando.
Sou pessimista e fico sempre achando que tudo vai dar errado.
Sou azarada, porque se apronto alguma coisa, as pessoas sempre acabam sabendo, as vzes até porque eu mesma acabo contando..
Tenho problemas com gostar de coisas, as vezes gosto de uma coisa e depois não gosto mais, e às vezes gosto de coisas pra sempre. E a minha verdade tem que ser sempre absoluta, ninguém pode me contrariar. Se não gosta daquilo que eu gosto, não fale mal na minha frente, porque provavelmente xingarei você até a sua 4º geração.
Transbordo de sentimentos, e geralmente não falo, porque não tenho por que aporrinhar os outros com minhas melozices...
Escrevo sobre tudo o que me interessa, mesmo que seja só sobre eu mesma.escrevi se gosto, escrevo se não gosto, falo mal, falo bem, agradeço, desabafo... Escrever é a saída para jogar meus vômitos de palavras nos outros.
Quando leio entro em um universo paralelo, e não escuto mais nada. NADA mesmo, pergunte ao Bruno se quiser. E ODEIO quando me interrompem a leitura. dá vontade de matar um, que sempre acaba por interromper nas melhores partes do livro.
Finjo que sou algum personagem importante de filmes, e gosto de dizer que sou fulana de tal, só porque acho a história bonita ou comovente.
Tenho diversos conflitos internos acerca da religião que sigo, às vezes sinto a necessidade IMENSA de ir pra igreja. às vezes não gosto e não quero nem ouvir falar sobre.
Me irrito com extrema facilidade, e as vezes falo inverdades só para magoar as pessoas que me magoaram... Mas logo que falo me arrependo e peço desculpas.
É verdade, a culpa atinge a mim de forma muito maior do que atinge à outras pessoas. e me torturo por isso sempre.
Estou sempre sorrindo porque na maioria das vezes não sei como me comportar, e fica meio difícil saber o que sinto porque omito com sorrisos, mesmo que eu não goste muito disso.. tenho dificuldades de falar as coisas na cara. e geralmente não falo, porque sei que vai magoar.
prefiro que fique tudo só no meu pensamento.

Digo que amo todo mundo, mas quando eu digo, se eu digo, é porque eu amo mesmo, e tenho uma facilidade IMENSA de me apropriar desse sentimento, principalmente por pessoas estranhas.tenho mesmo uma facilidade imensa para amar e perdoar pessoas, mesmo que pelos piores erros e falhas comigo.
Tenho dedo podre. A maioria das pessoas que passaram pela minha vida me deixaram com cicatrizes profundas, que demoraram tempo demais para cicatrizar.
Tenho sorte, porque todas as pessoas que permaneceram na minha vida, salvaram-me de abismos, e me trouxeram pra fora do poço, me fazem feliz, e preenchem cada pedacinho em mim.
Sou extremamente faladeira, e sempre tenho assunto pra quase tudo. As vezes é necessário me mandar calar a boca.
Sou cantora de chuveiro, e canto no meio da rua, e não me incomodo nem um pouco se isso vai incomodar quem está do meu lado, mesmo que essa pessoa seja meu namorado. Não quer me ouvir? ponha seus fones e ouça slipknot. HAHAHAH.
E incomodo DEZENAS de pessoas, desde sempre, só por ser assim.

e ainda existem as coisas que eu não sou, mas que não sei porque caralhos as pessoas insistem em dizer que eu sou.
Elas não sabem, mas eu sei exatamente quem eu sou, o que eu quero ser, e por que sou assim.
Cada um carrega uma história, e cabe a cada um de nós criar nossa imagem, independente de pertencer a um grupo ou não.
quem vai viver sua vida, é você. SÓ.
Seu grupo só vai estar contigo na hora da curtição.
Descola uma dívida cabeluda pra você se eles irão pagar suas contas...

AVÁ.

ninguém foi feito pra viver sozinho.
mas concorda que se fosse pra um monte de gente dar palpite na vida dos outros, seríamos todos siameses? e aí todo mundo estaria interligado?
xoxo Jenn

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One - Glee version

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tangled - Best Day Ever



HAHAHAHHA EU AMOOO esse pedaço de transtorno da Rapuzel
FATOO

ela é ótima, e traduz realmente o que toda garota [leia-se eu] É. hahahahha

Máximo esse filme *-*
eu amei ;D

domingo, 30 de janeiro de 2011

Searching for a star

Eu gosto de observar as estrelas, quando estou deitada na grama. É mágico.
Trás aquela sensação de como somos pequenos e inúteis diante do tamanho da criação Divina
Era das vezes especiais iguais a essa, que eu gostava mais.

Havia apenas a luz sedutora e inocente da Lua, luzindo sobre a piscina e passando por entre as folhas das árvores, criando um espetáculo dark incrível de se ver. E as estrelas poderiam estar cantando, pois sua harmonia era ... perfeita.
Havia uma lanterna no chão, luzindo nossa cesta de piquenique noturno... e, havia Ele.

Eu estava deitada sobre seu colo. Não sabia se olhava para a noite magnífica, desenhada especialmente para nós.... Se olhava para seu rosto, iluminado pela pouca luz da lua, ou se simplesmente fechava meus olhos...
Fechei os olhos. E podia ver todas as cenas que quisesse repetidas vezes. Lembrava dos seus traços, olhos expressivos, intensos; sobrancelhas grossas, lábios rosados e com carne suficiente para me tentar a mordê-los. Branco, mas não pálido, saudável. Cabelos pretos, rebeldes e espetados.
Eu ri lembrando de brigas idiotas quando eu tentava "arrumá-los" e ele ficava irritado, bagunçando ainda mais o cabelo. Bobão...
Lembrava do seu contorno, braços grandes e definidos, alguma barriguinha saliente, nada de exagerado. Tudo no ponto. Perfeito.
Lembrava do sorriso que ele tão teimosamente vivia tentando esconder. mas que era lindo, a causa das minhas maiores alegrias. Meu tesouro.
Podia sentir com os olhos fechados ainda, seu perfume me inebriando, e embaralhando meus pensamentos, misturando-se com o cheiro do seu shampoo, e ainda o cloro da piscina, e da noite e do orvalho que caía sobre as plantas, refrescando-as.
Ele me fez cafuné, atrapalhou meus pensamentos, me distraiu. Então, abri os olhos.
E sorri.

Ele estava com o olhar perdido em algum canto da grama torturando e perseguindo algum inseto.
Tão grande, e tão bobo...
Eu ri, e desviei a atenção dele, que respondeu com um peteleco no meu nariz.
- AI! - eu tapei o nariz fazendo massagem na dorzinha chata que tinha ficado.
- Boba ... - ele disse, fazendo careta, e eu respondi com outra, e mostrei-lhe a língua. Ele gargalhou.
Senti milhões de pinicadas por todo o corpo. eu tremi. mas era um tremer legal. eu gosto do arrepio que a risada dele me provoca. ele sabe...
Incrível como fico toda boba perto dele.
Corei. Coisa que dificilmente acontece, até porque, segundo as palavras dele :"eu sou preta."
Fechei os olhos e respirei fundo. Eu ri baixinho... e quando abri os olhos, ele estava encarando.
- O que? - eu perguntei.
-Nadaa...- Revirou os olhos e balançou os ombros, como quem diz "whatever". Ele sabia que aquilo me irritava profundamente. E fazia de propósito
- Então PÁRA de me olhar com essa cara de retardado...!- eu disse rindo e sem graça.
Gargalhei, e ele tapou os ouvidos. murmurou algo tipo "escandalosa", mas não pude provar que era isso mesmo.
Ficamos em silencio depois que eu finalmente calei a boca. E ele deixou o inseto em paz, ficou olhando para mim.
...
Silencio.
...
-Então mor... Eu te amo ♥- ele disse quebrando o silencio.
eu fechei os olhos e sorri.
-é.. eu sei. haha - Abracei-o pelo torso depois voltei onde estava, olhando para as estrelas.
Eu podia ficar ouvindo sua respiração oscilante, seu coração
batendo forte.. Poderia ficar assim pra Sempre. desde que Ele estivesse comigo.
Fechei os olhos.
- Eu também amo voce. . . - eu disse num sussurro...


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Eu corri



Talvez eu estivesse correndo rápido demais, e não consegui perceber muita coisa na minha frente.
Eu sabia que a estrada estava perigosa, e que ainda chovia. As vezes a chuva é minha melhor companheira, eu gosto de como ela me refresca depois de um dia quente. Me lembrando que depois do calor infernal, vem aquela chuvinha, aquelas gotinhas milagrosas, que me fazem sentir viva. eu gosto daquilo.
Eu sempre fui boa condutora. Eu gostava de conduzir as coisas, de achar que eu mantinha sempre o controle de tudo nas mãos. Minha vida inteira fui assim.. E nem sequer
percebi, que todas as coisas saíram do rumo... me perdi, e perdi o controle de tudo.
E aqui estou eu, na chuva correndo com a moto, torcendo pra que alguma luz apareça no meu caminho, e me tire do abismo que eu caí..
É um lugar ruim. Vazio, escuro, sem vida. E é a minha vida.

Em poucos segundos, uma luz entrou na mesma mão que eu dirigia. e então, senti uma força muito forte me tirando da moto. Aconteceu tudo muito rápido. A moto que se destroçou no encontro com o outro carro, que tombou... eu jogada no acostamento, com alguns ferimentos leves e superficiais, outros nem tanto. Havia
lugares em que a dor era insuportável, mas eu mal conseguia perceber o que havia acontecido.
Achei que estava bem, até porque, estava com o capacete... mas perdi qualquer força que eu tinha, quando tentei me levantar.. Subiu aquela sensação de falta de oxigenio no cérebro, e minha visão se apagou. Eu caí.

Eu fui me afastando daquela cena do acidente... Das pessoas de dentro do carro que foram jogadas pra fora... o carro e a moto destruídos.. o desespero. Tudo foi-se apagando da minha mente... e eu só procurava chegar ao clarão em frente aos meus olhos...
Era um lugar aconchegante. Como uma brisa.
E, imaginei se eu pudesse estar sonhando...

Eu estava numa campina, deitada sob uma arvore, e fazia sol, mas não estava calor. Havia uma cachoeira por perto, o barulho da água era bom. acalmava. eu olhei ao redor, e havia mato, campo, animais, até aonde alcançava a vista.. Parecia com os lugares que meus pais me levavam no interior quando eu era criança. Havia uma casinha ao longe. Subia fumaça da chaminé. eu me senti tentada a ir lá.
Criei coragem, levantei-me da sombra fresca da árvore e segui em direção a casinha... E havia alguém na porta... Eu tentava me aproximar, mas quanto mais perto eu chegava, mais longe a casinha ficava... E, como uma brisa, tudo se foi, e mais uma vez me senti cair naquele abismo. Vazio.

E voltei aquela cena.
Agora haviam para-médicos, e policiais. ouvi algo sobre a criança no banco de trás ter falecido... Eu quis chorar... Mas não foi minha culpa....
E até agora, não entendi como foi que saí tão rápido daquela moto. Eu, que procurava tão ansiosamente pela morte. queria que ela me achasse... passei a um triz dela, mas até ela me rejeitou.

fechei os olhos cansados e adormeci sem perceber.
se eu pudesse, teria trocado de lugar com a criança. . .

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

calor


aqueça-me no calor dos seus braços.
não me deixe partir de ti.
fique comigo, mais um instante.
tire o vazio, preencha-me com a sua presença.
alegre o meu dia.
faça-me feliz. todos os dias.
ponha-me pra dormir, todas as noites.


sábado, 8 de janeiro de 2011

Você poderia


Noah: (...) apenas ficar comigo?
Allie: Ficar com você? Pra quê? Olhe pra nós, já estamos brigando!
Noah: Mas isso é o que nós fazemos! Nós brigamos! Você diz que eu estou sendo um arrogante
filho da puta, e eu te digo que você está sendo um pé no
saco... O que você é 99% do tempo. Eu não tenho medo de ferir seus
sentimentos, porque depois de dois segundos, você voltará a ser um pé no saco.
Allie: Então o que?
Noah: Então não será fácil, será muito difícil. E nós teremos que trabalhar nisso todos os
dias, mas eu quero isso, por que eu quero você. Eu quero tudo de você, prα sempre, eu e você, todos os diαs. Você fαriα umα coisα por mim? Por favor? Só imagine α suα vidα prα mim? Dαqui α 30, 40 αnos, como elα se pαrece? Se for com αquele cαrα, então vá. Vá! Eu te perdi umα vez, eu αcho que eu posso perder de novo se eu pensαr que é isso que você reαlmente quer. Mαs não use o jeito mαis fácil de sαir dessa.
Allie: Que jeito mαis fácil? Não existe jeito mαis fácil! Não importα o que eu fαçα, αlguém se mαchucα.
Noαh: Você pode pαrαr de pensαr no que os outros querem? Pαre de pensαr no que eu quero, no que ele quer, no que os seus pαis querem. O que você quer?
Allie: Não é simples αssim.
Noαh: Cαrαmbα, o que você quer?
Allie: Eu tenho que ir.


The Notebook

sábado, 1 de janeiro de 2011

desenhei ;]

Essa aqui eu tb fiz hoje, ficou tão fofinha..
cara de baladeira.
HSAUHSUIAHSUHASIASHIUHAS

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desenhei ;]

É, esse foi eu que fiz, ficou legalzinho até.. rs
as vezes tenho tipo um surto, e os desenho saem meio legais xD
já posto o outro.


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