"NADA NOS DEIXA TÃO SOLITÁRIOS QUANTO OS NOSSOS SEGREDOS" - Paul Tournier

sábado, 23 de junho de 2018

Justificativas ou desculpas?

Acho que estou indo bem. De repente tudo fica ofuscado, perco a noção e o controle, e aí o desespero toma conta.

Faz um bom desde o meu último pico - o mais feio foi no finalzinho de janeiro, logo depois da minha postagem "um souvenir pra mim". Não imaginei nunca que eu voltaria a pensar em suicídio, ou mesmo que eu tentaria, mas eu fiz, e fiquei 5 HORAS conversando com o pessoal do CVV. O que me fez chegar à conclusão que eu precisava de ajuda. Nem preciso falar sobre o valor absurdo que é a consulta com especialistas, não é? então, ainda estou numa lista de espera pra ser atendida. Nesse meio tempo, vou vivendo como dá. Um dia após o outro.
Confesso que mais uma vez, encontrei meu abrigo em Deus, que tem me acolhido e me carregado no colo nos dias mais difíceis, e isso tem me dado algum conforto.

Em alguns momentos tenho lapsos de lucidez, outros tenho lapsos emocionais e acabo metendo os pés pelas mãos: consigo analisar situações friamente, e depois de analisá-las eu tomo as decisões mais difíceis, então logo o lapso racional passa, o emocional toma conta, e acabo voltando atrás do que eu havia dito, arrependida.

Depois de ter terminado o mais longo de todos os relacionamentos que tive até hoje, fiquei incessantemente buscando por aquele sentimento descontrolado que me incendiasse. Encontrei algo parecido com o que eu buscava, mas, já diz aquele ditado: nem tudo o que reluz é ouro, e claro, quebrei a cara. Gente, tava na cara que ia dar ruim, só eu que não tava vendo. Paguei pra ver, e ai fiquei assim, totalmente descontrolada, louca, indecisa, enfim, essa bagunça.

Para minha surpresa, ele me quis de volta, e nem preciso falar que eu estava mais do que feliz por ter sido "aceita" de novo,e decidimos tentar novamente. Mas as coisas jamais voltariam a ser como eram antes, principalmente porque eu estava e ainda estou quebrada. Não sou mais a mesma pessoa. Não consigo mais oferecer amor incondicional, não quero nunca mais organizar minha vida pra me encaixar no molde ou na vida de outrem. Não parece justo comigo mesma. E não parece certo que eu novamente entre num relacionamento agora, muito menos se não consigo estar apaixonada pela pessoa 24 horas por dia.
O simples fato de ele não ser meu primeiro pensamento ao acordar, nem o ultimo ao dormir faz com que eu pense que essa pessoa, a quem eu tanto amo e estimo, merece muito mais do que receber sentimentos pela metade. Eu mesma não aceitaria alguém comigo pela metade.

O que eu sei, é que quando estamos próximos um do outro, tudo está bem, tudo está certo. Mas quando se mora sozinha, o tempo passa de uma forma muito confusa, e o passar de uma semana e como que a passagem de um mês, logo com a distância, e pela pouca frequência que nos vemos ou nos falamos, é como se a chama do sentimento fosse se apagando. As vezes, parece até que a pessoa nem faz parte da minha vida... Isso é bastante confuso. Pior ainda para mim, saber que a forma como sinto em relação às pessoas está diretamente ligada e proporcional ao tempo e à distancia e frequência com a qual nos vemos. Incrivelmente isso também acontece com a minha distância com minha família. Graças a Deus mamãe, papai e minhas irmãs estão sempre vindo pra cá. 

Isso tudo deve-se somar ao fato de que eu finalmente estaria disposta a tentar não errar mais com Deus. Essa situação estava afetando meu relacionamento com Deus de tal maneira que eu já não conseguia mais orar. Sem contar o fato de que eu ficava esperando em promessas (de casamento) vazias, quando na verdade os pedidos meio que soavam como uma barganha pra fazer com que eu ficasse, mas sem ter a verdadeira intenção de levar isso adiante por agora.
Bom, eu não gosto muito de meio termos, isso não mudou. Logo, eu não poderia ficar no meio termo apenas pra ter o melhor dos "dois mundos", quando eu sequer conseguia dobrar os joelhos para agradecer a Deus pelo meu dia.

No fim, eu só estou tentando justificar pra mim mesma as razões que me levaram a decidir pelo fim dessa vez. Eu não sei, mas acho que no fundo espero que haja um fim definitivo. E também não sei até que ponto estamos tentando resgatar sentimentos baseados nas pessoas que éramos pouco mais de um ano atrás, ou se estamos tentando algo novo. O que sei é que não tenho estabilidade suficiente em mim pra tentar me relacionar com ninguém agora, muito menos à distância. 
Eu fico imaginando quando que a paciência dele vai acabar e ele vai mandar eu catar coquinho...

Honestamente, creio que quando estamos com alguém, nós sabemos se queremos um futuro com essa pessoa, ou não, e ficamos sim imaginando ilimitadas variáveis de rotinas e estilos de vida com essa pessoa. O que já não é mais o caso. Antes meu desejo, de todo coração, era casar com ele. Esse desejo - de casar-  não existe mais, tampouco guia minha vida. Não estou preocupada com visualizar um futuro assim agora. E como posso permitir fantasiar ou embarcar nessa ideia, mesmo que ela surja por parte dele, quando no fundo, meu coração não compartilha desse mesmo desejo?

Parece que estou me forçando a embarcar nessa situação porque anseio corresponder um sentimento que já não sinto mais com tanta intensidade. 
E estamos separados, mas ainda estou aqui, sugando a energia dele. Querendo fazer parte, querendo ter meu melhor amigo de volta, sem entender de verdade que não temos maturidade para manter uma amizade, haja posto que existe sentimento entre nós.

Parece que o alimento do meu sentimento é a frequência e a proximidade. Quanto mais distante, e menos nos vemos, menos eu sinto, até chegar ao ponto de eu esquecer das pessoas. Fiz isso com todos os meus ex. Eles estão no passado. Como se tivessem morrido. No entanto, não consigo enterrar ele. Não quero perdê-lo. Mas também não quero tê-lo.
Não é que eu não queira por não amar. Eu amo. Só não sei se tem como ser feliz assim... pela metade.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Um souvenir para mim (+18)

   Era quarta-feira. 
   O clima estava estranho havia alguns dias. Eu não podia tocá-lo, ele não me deixava, e apesar disso, dormiu comigo todos esses dias, novamente me fazendo sentir protegida, e querida, mas não desejada. 
   Tudo bem, eu podia lidar com isso.
  Na verdade, não podia não, mas eu fingia estar bem quando ele estava por perto. Eu jogava uma água no rosto pra disfarçar a cara inchada de tanto chorar durante o dia. Mas quando ele me visse, ele não poderia me ver quebrada. Não. Ele deveria me ver inteira.
  Naquele dia, trocamos mensagens durante o dia. Eu não havia chorado tanto, apesar de não ter sentido fome e de ter me contentado com apenas uma das duas esfihas que comprei pra comer.
   Enquanto eu lia, acabei tomando uma taça de vinho. Estava, na verdade, me cansando de esperar, e estava quase dormindo quando ouvi minha porta se fechar.
   Ergui os olhos e ali estava ele, parado à porta.

   Ele disse "oi". Rouco e baixo. 
   Eu podia vê-lo graças à luz do meu abajur, e seus olhos estavam em chamas. As pupilas dilatadas, e quando me viu, instantaneamente sua respiração tornou-se ofegante.
   Eu quase pude tocar aquela corrente que tensionava dele em minha direção, sim, porque aquilo era o que chamamos de tensão sexual palpável, do tipo que deixaria pessoas ao redor constrangidas, caso houvessem pessoas ali.
   Então gatuno, em silêncio, ainda me olhando nos olhos ele caminhou em minha direção.
   Eu até que tentei balbuciar um "boa noite, tudo bem?", mas vi meu corpo respondendo àquele chamado silencioso da malicia no olhar dele. Vi meu corpo responder seu chamado mudo por meu corpo, e sua boca tomou a minha como sua.
   Senti o pinicar da barba e do bigode no meu rosto, mas não importava. Logo sua mão me envolveu num abraço, e a outra subiu por minha nuca, me agarrando os cabelos. Seu beijo explorava a minha boca, e eu pude sentir o gosto de álcool. Um sino distante tocou em minha mente "seria necessário beber para poder querer me tocar?" mas ignorei essa voz que me dizia que algo podia estar errado. Mas como poderia estar errado algo tão bom? Na verdade, aquele beijo tinha gosto de decisão. Como quando ficamos indecisos entre casar ou comprar uma bicicleta. E aquele beijo tinha gosto de bicicleta. 
   Sua língua aveludada explorava minha boca, e ele mordia e chupava meus lábios, quase doía, mas era bom. A intensidade do beijo aumentou quando ele desceu sua mão e a subiu novamente por dentro de minha camiseta. Seus dedos conheciam meu corpo, e suas mãos já eram familiares às minhas curvas. Ele apalpou um de meus seios, fazendo com que eu soltasse um suspiro em meio a um gemido de satisfação. Ele sorriu, mordendo meu lábio inferior. Estava me enlouquecendo.
   Estava à caminho de tirar minha blusa. Então afastou os lábios e me torturava olhando fundo em meus olhos enquanto puxava lentamente minha camiseta por cima da minha cabeça.
com seu braço livre, ele ergueu meu corpo, e novamente envolvidos num beijo apaixonado e quente nos embolamos em direção ao banheiro.
   Quebrando esse contato de pele, enquanto eu estava desnorteada, ainda tentando entender o que estava acontecendo, me encostando na parede do banheiro, ele ligava o chuveiro. Quando sua atenção se voltou para mim, eu parecia a presa, e ele estava me caçando. Ele era o caçador. Meu ventre se revirou, protestando em desejo.
  Ele se aproximou, como um felino, me olhando nos olhos, me comendo com os olhos, e abaixou minha calça, puxando e retirando minha calcinha junto.
voltou sua atenção para minha boca, atacando-a com outro beijo voluptuoso e cheio de desejo e luxúria, e silenciosamente me pediu para que eu entrasse na água. Eu estava em transe, apenas assenti, e entrei embaixo do chuveiro, aguardando com o coração descompassado no peito, a respiração acelerada e sentindo meu rosto esquentar.
Ele se despiu, e juntou-se a mim dentro do box, ainda não havia dito uma palavra sequer, mas continuava me olhando daquele jeito que me incendiava por dentro. Se aproximou de mim e me tomou em outro beijo quente, avassalador, enquanto puxava os cabelos da minha nuca, castigando meus lábios com mordidas. Seu membro duro, quente e pulsante estava pressionando minha barriga, e eu já estava quase implorando para tê-lo dentro de mim imediatamente.
  Como uma prece silenciosa, ele ouviu meu pensamento, me virando de costas, cheirando forte meu pescoço minha nuca, atrás dá minha orelha, e tudo o que eu conseguia fazer era soltar gemidos baixinhos de satisfação. Atendendo ao desejo ardente de me ter ali, enterrou-se em mim, e fomos feitos um.
  A mecânica dos nossos corpos e os movimentos são perfeitos e sincronizados, nos levando ao ápice daquele sexo quente e selvagem quase que ao mesmo tempo. Nem mesmo conseguíamos acalmar as respirações, pois já estávamos sedentos por começar novamente.
  Aquela sensação tamborilante é o pensamento constante que eu tinha era " isso está se parecendo muito com uma foda de despedida... O que tá acontecendo aqui?"
Não consegui compartilhar meu pensamento, porque fizemos mais vezes noite adentro, até pergarmos no sono, exaustos e satisfeitos. Foi o melhor sono que eu tive em dias. Até a conchinha estava perfeita. E é disso que vou me lembrar.
Porque realmente aquilo foi uma despedida.



Espero que não pra sempre.
Torço pra que seja um "até breve", e não um "adeus".

sábado, 23 de dezembro de 2017

O que fiz com o que sobrou de mim?

  Aqui nesse lugar estava tudo quadradinho, minha vida encaixadinha, tudo meticulosamente planejado, como jogo de tetris - quando jogado por gente habilidosa. Mas não entendi. Em 30 segundos minha cabeça deu um looping, joguei a porra toda pro alto, e, junto com as madeixas do meu cabelo, comecei um ciclo de mudanças. 
  Mudança de postura, mudança de pensamentos, e mudei até o endereço.

  Durante oito meses, que pareceram uma eternidade, estava lutando bravamente pra continuar na linha, tentando segurar aquela ponte que existia entre ele e eu. Era como se eu visse que a corda estava para se romper, e por mais que eu enrolasse ela na minha mão até que começasse a sangrar, todo o esforço era vão pois a corda estava para arrebentar lá no meio, longe do meu alcance. Segurar a corda doía. Eu estava calçando um sapato que já não me cabia mais. Lindo! E que eu amava, mas que me causava bolhas nos pés e deixava meu andar difícil. Como quando a gente engorda e não cabe mais nas roupas antigas.

 Mas eu aguentei. Fui até o último suspiro. O meu grito pelo adeus estava sufocado, e a voz já quase não saía. O golpe de misericórdia que dei em nosso relacionamento foi principalmente para ver se eu conseguia resgatar o restinho de sanidade que existia em mim. Pois eu mesma já havia me prometido que eu nunca mais passaria por qualquer situação assim novamente. Que eu não seria fraca. E que estaria com ele enquanto nós fizéssemos bem um ao outro. 

  Estar estável e acomodado trás problemas.
 Você acaba ficando tão acostumado com aquela pessoa que está com você, porque parece que ela sempre esteve ali, que você acaba assumindo que essa pessoa nunca nunca vai sair da sua vida. E esse, é o maior erro que você comete. 
Porque os pequenos gestos e as gentilezas ficam esquecidas. 
As mensagens ficam dias sem serem respondidas.
As vezes se recebe um bom dia.
Você vira o Woody, empoeirando na estante, esperando ansiosamente pelo dia em que o Andy chegue e te escolha mais uma vez pra brincar.
Você, que é uma pessoa, acaba virando um souvenir. 

Então, chutei o pau da barraca.
Me dediquei algumas semanas pra sofrer.
Aliás, sofri ainda mais com a indiferença dele, mas OK.
Algumas coisas, a gente acha que vai durar pra sempre, se planeja, se organiza. Vai em busca de uma formação, e pensa: "nossa, eu vou ser alguém foda, porque a pessoa que está comigo é tão foda que merece somente o melhor". Quando na verdade temos que pensar que nós é que merecemos o melhor. Nós merecemos a felicidade, e viver de migalhas é muito pouco, principalmente porque concordo que nós somente aceitamos do outro aquilo que nos julgamos merecedores de receber, e eu pensei que eu merecia ser feliz.
Mesmo que isso implicasse jogar tudo que era "certo" para o alto, e dar ouvidos ao abismo que me gritava aos ouvidos: "PULE".

E eu pulei mesmo.
Não me arrependo.

Lá no fundo do abismo encontrei um par de olhos castanho claros..


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Des-Controle

Eu sei que pedi, aliás, que venho a alguns anos pedindo por mais.
Eu sei que ele não pode me dar o mais que sinto falta.

Sei que está além dele, e além de nós.
Nosso amor nunca queimou ardendo no peito. Sempre foi amor de aquecer a alma, mas nunca de incendiá-la.
Sempre foi calmaria, nunca tempestade. 
E eu sinto falta da tempestade, ele sabe.

Sinto falta de perder o controle. Sinto falta da adrenalina de algo que me queima e me desestabiliza.
Sinto fata de estar à mercê emocionalmente de outra pessoa. 
Sinto falta de algo que me faça sentir algo.

O problema é a personificação do controle. 
Ele nunca perde o controle. 
Nem das palavras, nem da paciência, nem das suas emoções, muito menos perde o controle de si.

Não quero que ele me controle: quero que perca o controle comigo.

Que passe o fim de semana, e ao ir embora, tudo o que ele consiga fazer seja lembrar do meu nome.
Quero que me deseje, e seja obcecado por mim, por minhas curvas - inclusive a do meu sorriso.
Quero que conheça e memorize meu corpo. Minhas pintas, rugas e estrias.

Mas ele nunca perde o controle.
Nem me deixa perder o meu.

As vezes esse controle todo me sufoca, e tudo o que quero, é gritar e sair correndo para as colinas.
Abandonar tudo mesmo. E pular num abismo desconhecido.
Aliás, eu ouço o abismo me chamar, e quero ouvir o chamado do abismo. Do infinito. Do desconhecido.

Quero saber que passei por aqui e vivi.
Quero adrenalina, emoção, fogo, atrito, carne.
Ser desejada.
Um tapa estalado, "sua gostosa".

Mas escolhi a estabilidade.
até quando?



sábado, 5 de setembro de 2015

Só enquanto eu respirar...

Cada dia que passa o tique-taque do relógio  vai me deixando cada vez mais louca. Engraçado, que o tique é o que mais faz tudo isso fazer sentido, me prende a realidade. 
O tique-taque que ouço vem daquele relógio que o seu avô me deu, que uso com tanto carinho.. 
É mais uma das minhas lembranças suas.
Ando vivendo de lembranças.... Lembranças dos seu olhos nos meus, da sua boca na minha, dos nossos dedos entrelaçados...
Lembranças do seus jeitos, manias, inseguranças... 

Lembranças do seu riso! - O som do sua voz é a melhor melodia na terra.. É como o chamado da realidade. 
Me enche de borboletas na barriga, me revira e bagunça toda.

As melhores  memórias de mim, são quando estou contigo. 

Estava.
Quando olho ao meu redor e me vejo só e sem você tenho vontade de nem levantar da cama. E daí ouço sua voz mentalmente me dizendo que tenho que ser forte "levanta e vai viver!".
E dai eu crio coragem pra encarar mais um dia sem você. 

Mais uma semana sem você. 
Mais um mês sem você.

E o lugar que você ocupa? Está aqui, vazio, esperando sua volta.  Esperando o momento que nossas vidas encontram o mesmo caminho. Porque meu sonho mesmo, é ficar velinha ao teu lado.

E como eu amo você!
Eu seu que parece pouco, mas é o que eu tenho, e que já não é mais meu, porque tudo de melhor em mim é porque quero ser o melhor por você.
Você é um lindo ser humano, que modificou minha vida de uma maneira louca! Você é um dos maiores motivos pra que eu ame tudo, o mundo a vida.

 Eu amo tudo porque você existe! E se ainda com tudo isso, eu tivesse a chance de voltar no passado e escolher novamente, eu te escolheria. 
Todas as vezes. 
Faria tudo de novo, só prater você na minha vida. 
De você, nunca me arrependo.
Você é a razão pela qual eu acredito no amor. Você é a razão pela qual acredito em finais felizes. Você é a razão pela qual tenho fé no futuro.
Sinto sua falta todos os dias.
Aguardo ansiosamente pelo dia que poderei estar contigo novamente.

"I can wait forever".